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Movimentação de policiais militares do BAEP, na Vila Baiana, onde suspeito foi morto por policiais
Movimentação de policiais militares do BAEP, na Vila Baiana, onde suspeito foi morto por policiais Imagem: 31.jul.2023 – Danilo Verpa/Folhapress 

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas(Republicanos), afirmou nesta tarde que chegou a 14 o número de mortos na Baixada Santista durante a ação policial iniciada após o assassinato de um soldado da Rota, na última quinta (27), no Guarujá (SP).

O chefe do executivo estadual defendeu a atuação das forças policias no Guarujá e em outras cidades da Baixada, durante entrevista coletiva. Para ele, informações que vem sendo divulgadas geram “essa narrativa de que há excesso [policial]”. Ele pediu “respeito” aos agentes.

Tarcísio confirmou que o número de mortos na ação chegou a 14 e pediu mais respeito às instituições policiais. Dois óbitos foram confirmados hoje, a respeito de um suposto confronto no município de Santos, onde uma viatura de polícia teria sido alvo de tiros. O número de mortos ficou sob revisão por muitas horas, até a manhã desta terça-feira (1º), pois governo e Corregedoria da PM divergiram quanto ao número inicial de óbitos.

“Se houver excesso, nós iremos investigar. […] As imagens corporais estarão anexadas nos inquéritos para que, se houver algum excesso, a gente puna [os responsáveis]. A gente não vai tolerar excesso, a gente não vai tolerar desvio de conduta”, disse o governador após sustentar que “a polícia não quer confronto”. 

Questionado se o ataque a uma policial hoje havia sido uma retaliação, Tarcísio afirmou que a operação está asfixiando o tráfico. “Significa que a operação está prejudicando o business. Vamos entender que isso é um business, que movimenta muito dinheiro e que desgraça a vida de muita gente”, disse.

Pô, vai ver quem tombou! Um líder do PCC morreu nessa confusão. O principal fornecedor de droga da Baixada [Santista]. E por quê? Como que ele recebeu o policial? […] Nós não queremos o combate, o confronto, de verdade. Não é bom para ninguém. Não ficamos felizes de ter o combate. Agora, não vamos nos furtar de fazer o combate. Não vamos nos curvar ao crime. Peço respeito à corporação, aos policiais do estado.
Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo

Informações UOL

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