O Tribunal Regional Eleitoral impugnou a divulgação de pesquisa eleitoral fraudulenta realizada pelo IPM Brasil Tecnologia Ltda., em parceria com a Rádio Andaia Ltda., e que vinha sendo divulgada em programa eleitoral de TV e rádio do candidato a prefeito Zé Neto (PT). Na sentença, a titular da 156ª Zona Eleitoral de Feira de Santana, juíza Marcele de Azevedo Rios Coutinho, considerou que a pesquisa contém vícios que impedem a divulgação dos resultados. A ação de impugnação da pesquisa eleitoral foi movida pela coligação “O amor sempre vence”, do candidato a prefeito José Ronaldo (União Brasil). No processo apontam que a pesquisa contém vícios que impedem a divulgação do resultado, dentre os quais o direcionamento indevido da pergunta, com indicação de apoiadores aos candidatos, podendo gerar influência na resposta. No processo também é revelado que a pesquisa extrapola a objetividade da consulta ao ser inserida pergunta que foge ao contexto da pesquisa eleitoral, afastando-se o objetivo da consulta e consistência da apresentação dos dados. A decisão da Justiça Eleitoral é de suspensão da pesquisa eleitoral, registada sob o número BA-01157, sob pena de multa diária. Desta forma, a juíza titular da 156ª Zona Eleitoral destaca que “…é certo que os resultados apresentados podem influir de modo relevante e perigoso na vontade dos eleitores”. E segue destacando o “caráter tendencioso em quesito que vincula a pergunta de intenção de votos a supostos apoiadores políticos de modo diferenciado entre os candidatos e, a partir de suposto apoio do atual gestor a um deles, insere no corpo da pesquisa a avaliação de um governo, de forma que influencia indevidamente nas respostas dos entrevistados.
Ministro negou o compartilhamento das provas em razão da existência de diligências em andamento
Foto: Redes sociais
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou o pedido da Controladoria-Geral da União (CGU) para obter acesso a dados bancários, mensagens e depoimentos relacionados à investigação sobre as joias recebidas pelo governo brasileiro como doação da Arábia Saudita, durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na decisão assinada nesta segunda-feira (23), o ministro afirmou que compartilhar o conteúdo da investigação seria “absolutamente prematuro”, devido às diligências ainda em andamento. No dia 17, a Procuradoria-Geral da República (PGR) também se posicionou contra o pedido da CGU, destacando que as investigações são sigilosas e ainda não foram concluídas.
O pedido, feito em 2 de setembro, buscava acesso para subsidiar um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e uma investigação preliminar sobre a entrada das joias no Brasil e as tentativas de assessores de Bolsonaro para recuperá-las após a apreensão pela Receita Federal. A CGU solicitou o acesso a provas incluídas em relatórios e laudos da Polícia Federal (PF).
Em julho, a PF indiciou Bolsonaro por lavagem de dinheiro, associação criminosa e peculato, no âmbito de uma investigação sobre o suposto desvio. O relatório que embasou o indiciamento apontou que a negociação envolveu cerca de R$ 6,8 milhões.
Uma polêmica tomou conta das redes sociais nesta segunda-feira (23) após a divulgação de uma fake news pela assessoria do candidato Zé Neto (PT), afirmando que a apóstola Mary Ângela Alves teria declarado apoio ao petista. A notícia, publicada com o título “Em encontro de lideranças evangélicas, ex-candidata a vice-prefeita de Pablo Roberto declara apoio a Zé Neto”, foi desmentida pela própria apóstola em um vídeo publicado nas suas redes.
No vídeo, Mary Ângela esclarece que compareceu a um culto realizado no domingo, a convite de Sandro Nazireu, candidato a vice-prefeito na chapa de Zé Neto, e seu amigo de longa data. Segundo a apóstola, em nenhum momento a ocasião envolveu declarações de apoio ou discussões políticas.
“Fui convidada pelo meu amigo e irmão em Cristo, Sandro Nazireu, para participar de um culto no domingo. Estive lá como outros pastores, fui recebida muito bem, mas em nenhum momento falei de política. Apenas mencionei a Lei 14.970, que homenageia os pastores e pastoras, e compartilhei a alegria que nós, mulheres pastoras, temos com essa conquista”, explicou Mary Ângela.
A apóstola também manifestou seu respeito por todos os candidatos e pediu que sua imagem não fosse usada de maneira incorreta. “Não venham com notícias errôneas sobre mim, nem tentem depreciar minha imagem. Para isso, existe Justiça. Sou uma mulher de Deus, e meu compromisso é com Ele, não com partidos políticos. Não aceito que minha imagem seja tratada como mercadoria”, ressaltou.
Ela ainda fez questão de reforçar que, se houve algum mal-entendido, este agora está esclarecido e alertou para a seriedade das notícias falsas. O caso chama atenção para a propagação de fake news durante o período eleitoral, um problema que tem crescido e pode influenciar o eleitorado de forma negativa.
O candidato a prefeito Chico França (PL) pretende priorizar a educação no trânsito de Itabuna para frear a “indústria de multas” que tanto tem revoltado os motoristas e motociclistas da cidade.
“Foram quase R$ 11 milhões gastos em semáforos, despesa milionária feita sem nenhuma transparência, quando Itabuna carece de tantas outras coisas de maior prioridade. Além disso, os “pardais” estão pelas ruas a multar todo mundo”, diz França.
Para a instalação nas vias públicas dos “pardais”, equipamento de registro instantâneo de velocidade, segundo Chico França é necessário a realização de estudo de viabilidade técnica. “Precisa saber se no local há atropelos, acidentes para justificar a redução e controle da velocidade. Cadê o estudo de viabilidade?”.
O candidato de Bolsonaro a prefeito afirma que transparência e eficiência não existem na gestão do atual prefeito Augusto Castro. “O atual prefeito se diz o ‘bambam’ da responsabilidade fiscal, mas não presta conta de nada e endividou Itabuna com empréstimos de R$ 300 milhões para reformas de praças que nunca se findam. Uma vergonha!”.
Parlamentar pediu para que os eleitores de direita não votem em candidatos do PSD ou que apoiem o partido nas eleições municipais
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou uma campanha contra o Partido Social Democrático (PSD) e pediu para que os eleitores de direita não votem em candidatos do PSD ou que possuem o apoio do partido nas eleições municipais de 2024.
Em vídeo divulgado em suas redes sociais, o parlamentar também fez duras críticas ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). “O presidente do congresso, Rodrigo Pacheco, que defende regulamentação das redes, que nada fez contra as graves denúncias feitas pela folha sobre os crimes de Moraes, que nada fez contra a medida criminosa de Moraes, que derrubaram uma das maiores redes sociais do mundo, o X (antigo Twitter), que instalou a CPI da Covid. Mas não pauta o impeachment de Moraes.” afirmou o deputado do PL.
Nikolas também cobrou uma posição de Pacheco, pedindo que o senador seja favorável ao impeachment de Moraes. Além disso, ele também exigiu que o presidente nacional do partido Gilberto Kassab se posicione e seja a favor do impeachment. Caso contrário, Nikolas afirma que à direita do Brasil irá boicotar o PSD.
Entre as consequências dessa manobra orquestrada por Nikolas, é que o PSD tem alianças com o PL em 241 municípios nas eleições de 2024. Em 91 casos, a chapa é encabeçada pelo PL e em outros 150, o PSD possui o candidato a prefeito.
Outra consequência importante é a corrida eleitoral em São Paulo. A reeleição de Ricardo Nunes (MDB), que conta com o apoio de Bolsonaro, também é apoiada pelo PSD. EM disputa acirrada com Pablo Marçal (PRTB), outro candidato de direita preterido pelos bolsonaristas, a reeleição de Nunes pode estar por água com essa manobra de Nikolas.
“Ou seu partido apoia a democracia e seja favorável ao impeachment do Moraes, ou a direita não votará no seu candidato em São Paulo. Que o PSD tome sua posição. Caso contrário, o Brasil inteiro lutará contra o partido que sustenta a ditadura de Moraes”, concluiu o deputado.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) esteve no Entorno Sul do Distrito Federal neste domingo (22/9). Em um encontro com apoiadores, Bolsonaro declarou sua crença de que a Presidência da República será assumida por um candidato de direita nas próximas eleições. Este evento, realizado durante uma carreata promovida pela candidata à Prefeitura de Valparaíso de Goiás, Maria Yvelônia (Solidariedade), contou com a presença de diversas figuras políticas.
Durante seu discurso, Bolsonaro reiterou que considera o atual governo ilegítimo, insinuando que houve irregularidades nas eleições presidenciais de 2022. Ele também se autodenominou “o ex mais amado do Brasil”, reforçando sua popularidade entre os apoiadores presentes no evento.
Quem Estava Presente na Carreata?
Além de Jair Bolsonaro, a carreata contou com a presença de importantes figuras políticas, incluindo:
Celina Leão (PP), vice-governadora do Distrito Federal
Michelle Bolsonaro (PL), ex-primeira-dama
Damares Alves (PL), senadora e ex-ministra
Deputados distritais
Os políticos presentes reforçaram a importância do apoio mútuo e da união do grupo para alcançar a vitória nas próximas eleições municipais e, posteriormente, nas presidenciais. O evento foi marcado por discursos inflamados e palavras de incentivo aos candidatos locais.
Uma das grandes questões que permeiam o cenário político atual é: Jair Bolsonaro será novamente candidato ao cargo de presidente?Declarações como a de que “uma pessoa conservadora de direita voltará a comandar esse país a partir de 2027” deixam claro o desejo do grupo em retomar o controle do Executivo.
Durante a carreata, Bolsonaro e seus apoiadores demonstraram otimismo em relação ao futuro. Michelle Bolsonaro fez duras críticas aos adversários políticos, afirmando que “aqueles que pregam a tolerância, a pacificação, eles são os verdadeiros intolerantes”. Sem citar nomes, Michelle acusou os opositores de serem responsáveis por atos de violência e intolerância.
Após a agenda em Valparaíso, a comitiva seguiu para Luziânia (GO) para prestigiar a carreata de outro candidato a prefeito, Waltinho Queiroz (PL). Diferentemente do evento anterior, Bolsonaro não fez discurso em Luziânia, mas sua presença simbolizou o apoio do antigo presidente ao candidato local.
Na abertura da Cúpula do Futuro da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, neste domingo (22), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve seu discurso interrompido de forma abrupta. Durante sua fala, Lula criticava as organizações internacionais e destacava a falta de representatividade do Sul Global, quando seu microfone foi cortado.
A transmissão oficial e os alto-falantes da sede da ONU deixaram de transmitir o áudio de Lula, apesar de ele ter continuado com a sua fala. A medida causou surpresa e foi motivo de discussão entre os presentes e os espectadores.
Motivo da interrupção
Antes do início dos discursos dos chefes de Estado, Philémon Yang, presidente da Assembleia Geral da ONU, havia lembrado que cada fala estaria limitada a cinco minutos. Caso esse tempo fosse ultrapassado, o áudio do microfone seria cortado. Essa regra visava manter a ordem e a pontualidade nas apresentações.
Sim. Lula não foi a única autoridade a ter seu discurso interrompido. Os representantes de Serra Leoa e Iêmen, que discursaram antes do presidente brasileiro, também tiveram suas falas cortadas após ultrapassarem o limite de tempo estabelecido.
Quais foram os principais pontos abordados por Lula?
Durante seu discurso, Lula destacou a importância de uma representação justa e condizente do Sul Global nas organizações internacionais. Ele ressaltou que esses países não estão sendo adequadamente representados nas decisões globais, apesar de seu crescente peso econômico e político. O presidente brasileiro fez críticas à estrutura atual dessas organizações, defendendo mudanças para torná-las mais inclusivas e representativas.
A interrupção do discurso de Lula gerou bastante repercussão. Alguns líderes e representantes presentes expressaram insatisfação com a forma como a situação foi conduzida, argumentando que os discursos são momentos importantes para a expressão de ideias e propostas. Por outro lado, a ONU manteve sua posição de que as regras de tempo eram claras e foram aplicadas de maneira justa e uniforme para todos os participantes.
O episódio reforça a necessidade de um debate contínuo sobre a representatividade e a governança das organizações internacionais. A demanda por maior inclusão do Sul Global é uma questão que precisa ser abordada com seriedade e comprometimento. A fala de Lula, mesmo interrompida, coloca em destaque a urgência de repensar as estruturas que, atualmente, moldam as políticas e decisões globais.
Esses eventos nos lembram da importância de balancear o tempo dedicado a cada discurso com a necessidade de permitir que todas as vozes sejam ouvidas de maneira justa e equitativa. A busca por uma melhor representatividade deve ser uma prioridade constante para todas as nações.
Jornal destaca o inconformismo do petista com a venda de estatais
Petista chamou de ‘bando de imbecil’ (sic) aqueles favoráveis à privatização da Petrobras | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Em recente discurso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de “bando de imbecil” (sic) aqueles favoráveis à privatização da Petrobras. O petista disse ainda que a operação Lava Jato não passou de um projeto para “desmoralizar” a petroleira para forçar sua venda. A implicância de Lula contra a iniciativa privada foi o tema do editorial de opinião deste domingo, 22, do jornal O Estado de S. Paulo. A publicação destaca o inconformismo de Lula com a venda de estatais.
Depois de 16 anos, Lula “inaugurou” o Comperj(agora Complexo de Energias Boaventura), no Rio de Janeiro, cuja pedra fundamental foi lançada pelo próprio presidente no seu segundo mandato. Alvo da Lava Jato, a companhia vai levar um total de 21 anos para funcionar plenamente. A obra deveria custar aos pagador de impostos US$ 6,2 bilhões (R$ 34 bilhões, em média). No entanto, já consumiu quase cinco vezes mais e ainda não opera 100%.
Para o Estadão, com a “inauguração” do projeto da Comperj, Lula transformou o que deveria ser uma vergonha em um “ato de reparação”, segundo as palavras do próprio presidente.
“O Comperj é um dos símbolos mais vistosos da trevosa era lulopetista que arruinou o país com sua gastança e sua corrupção”, avaliou a publicação.
Obras da Comperj, alvo da operação Lava Jato | Foto: Reprodução/Redes Sociais
Mais adiante, o texto analisa o cerne das palavras do petista: “Mais do que em qualquer outro momento desde que começou a exercer o poder, Lula parece determinado a ressuscitar o raivoso líder sindical dos anos 1980, que ele nunca deixou de ser, mas que as necessidades políticas o haviam obrigado a domesticar”.
Lula desqualifica a iniciativa privada
O Estadão ressalta que, em seu discurso no Comperj, Lula desqualificou os empresários do Brasil. Estes seriam, segundo o presidente, incapazes de melhorar a vida dos brasileiros.
“A julgar pelas palavras do petista, todo o setor produtivo deveria ser do Estado, que seria um administrador mais sensível às reais necessidades do povo”, disse o editorial. “Lula decidiu fazer campanha aberta contra a iniciativa privada, que não se dobra a seus delírios.
O titular da 155ª Zona Eleitoral de Feira de Santana, juiz Roque Ruy Barbosa de Araújo, obrigou o candidato Zé Neto (PT) e sua campanha a retirarem imediatamente a propaganda eleitoral de calúnia e difamação contra o candidato a prefeito José Ronaldo (União Brasil). O material foi divulgado neste sábado (21) e imputava ao ex-prefeito o envolvimento em esquema de corrupção na saúde pública na qual ele foi inocentado pela própria Justiça. A Justiça Eleitoral acatou a representação da coligação “O amor vai vencer”, do candidato a prefeito José Ronaldo, contra Zé Neto (PT), por entender que a coligação dele divulgava material “calunioso, difamatório e inverídico”, resultando, desta forma, na tentativa de ludibriar o eleitorado a fim de obter vantagem eleitoral. Na propaganda eleitoral, Zé Neto divulgou material “calunioso, difamatório e inverídico” ao afirmar que José Ronaldo teria sido “denunciado pelo Ministério Público por ser um dos integrantes de suposto esquema de desvio de recursos públicos”. O petista faltou com a verdade, omitindo a importante informação de declaração de inocência no processo pela própria Justiça, com objetivo de alterar os fatos para prejudicar a imagem do adversário perante a opinião pública e seus eleitores.
O candidato a prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), assume o compromisso de fomentar a prática de diversas modalidades esportivas para os portadores de necessidades especiais, inclusive cadeirantes. A prioridade dos investimentos foi anunciada pelo ex-prefeito durante encontro com cadeirantes, que necessitam de equipamentos especiais e adaptados para práticas esportivas, principalmente com o uso de bolas. José Ronaldo reafirmou o compromisso com as pessoas que têm limitações na mobilidade e lembrou que durante suas administrações os cadeirantes, portadores de deficiência visual ou outros tipos de limitações sempre tiveram atenção especial do poder público municipal. Inclusive foi em sua gestão que foi implantado o PACE (Programa de Acessibilidade ao Cidadão Especial), que atende cerca de 5 mil pessoas. Durante o encontro com os cadeirantes foi apresentada reivindicação para destinação de cadeiras de rodas especiais para a prática de esportes, a exemplo de futebol de salão e basquete. José Ronaldo garantiu que, sendo eleito, estará sempre aberto ao diálogo e determinado a viabilizar as condições necessárias para que os portadores de necessidades especiais tenham condições para praticarem diversas modalidades esportivas.