Benefício de R$ 600 pagos a trabalhadores de baixa renda afetados pela pandemia de coronavírus, o auxílio emergencial começará a ser sacado em dinheiro no próximo dia 27. A Caixa Econômica Federal, responsável pelos pagamentos, anunciou o novo calendário na noite dessa segunda-feira (13).
Os saques ocorrerão conforme o mês de nascimento do beneficiário. As retiradas ocorrerão no dia 27 para os nascidos em janeiro e fevereiro, no dia 28 para os nascidos em março e abril, 29 para os nascidos em maio e junho, 30 para os nascidos em julho e agosto. Em maio, será a vez de os nascidos em setembro e outubro sacarem o benefício no dia 4; e os nascidos em novembro e dezembro, no dia 5.
O dinheiro poderá ser retirado sem a necessidade de cartão em casas lotéricas, caso elas estejam abertas, e em caixas eletrônicos. A Caixa ressalta que não é necessário retirar o dinheiro porque o dinheiro depositado na poupança digital pode ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, para pagamento de boletos e contas domésticas e para transferências ilimitadas para contas da Caixa, permitindo até transferências mensais gratuitas para outros bancos nos próximos 90 dias.
A Caixa adiou o início do pagamento aos trabalhadores que usaram o aplicativo Caixa Auxílio Emergencial, ou o site auxilio.caixa.gov.br, para atualizarem as informações no Cadastro Único de Programas Sociais (CadÚnico) do governo federal. Esse grupo só começará a receber o auxílio emergencial na quinta-feira (16), na mesma data em que começa o pagamento dos beneficiários do Bolsa Família.
Na semana passada, a Caixa havia anunciado que o pagamento para quem não estava inscrito no CadÚnico, mas precisou atualizar os dados, começaria nesta segunda-feira para mães solteiras e nesta terça (14) para os demais trabalhadores. Esse contingente é composto principalmente por trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI) e contribuintes individuais ou facultativos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Segundo o banco, o adiamento Ocorreu porque a Dataprev só enviará nesta terça-feira pela manhã o lote inicial de informações dos cerca de 34 milhões de brasileiros que se cadastraram ao longo dos últimos dias. A Caixa enviou os dados à Dataprev para verificar se os beneficiários cumpriam os critérios de elegibilidade para receberem os benefícios.
Segundo a Caixa, cerca de 2,5 milhões de pessoas receberam o auxílio emergencial na quinta-feira (9) e ontem (13), num total de R$ 1,5 bilhão. Esse grupo reúne trabalhadores informais e mães solteiras que estavam com as informações em dia no CadÚnico em 20 de março e que não fazem parte do Bolsa Família, mas nem todo mundo nessa categoria teve acesso ao dinheiro. O banco divulgou um novo calendário de pagamento da primeira parcela a esse grupo:
Terça-feira (14): crédito para 831.013 pessoas, das quais 273.178 com conta no Banco do Brasil e 557.835 trabalhadores nascidos em janeiro que serão pagos com poupança digital da Caixa a partir do meio-dia; Quarta-feira (15): crédito pela poupança digital para 1.635.291 pessoas nascidas em fevereiro, março e abril; Quinta-feira (16): crédito pela poupança digital para 2.282.321 pessoas nascidas em maio, junho, julho e agosto; Sexta-feira (17): crédito pela 1.958.268 poupança digital para pessoas nascidas em setembro, outubro, novembro e dezembro A segunda parcela será paga entre 27 e 30 de abril, dependendo do mês de nascimento do beneficiário.
O secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, falou na manhã desta segunda-feira (13) sobre o avanço do coronavírus em Salvador. Com 362 casos confirmados na capital baiana, o gestor da pasta disse estar preocupado com a proliferação da doença nos bairros populares. Segundo ele, o foco é tirar as pessoas das ruas e oferecer a máscara, equipamento de proteção importante neste momento.
“Temos observado nas duas últimas semanas uma taxa de crescimento em Salvador menor do que o previsto. Temos o aumento em regiões específica. Em bairros populares, está acima da média e nos preocupa. As pessoas vivem emhabitações menores com concentração maior e a taxa está superior ao esperado. A gente precisa intervir nos bairros em vários pontos. Primeiro retirar as pessoas das ruas. Estamos vendo as pessoas tomando cerveja, jogando dominó. Segundo temos que dar máscaras para essas pessoas. É preciso um esforço do poder municipal para segurar o crescimento”, afirmou, em entrevista ao Jornal da Manhã, da TV Bahia.
Um jovem de 28 anos de idade teve resultado positivo de exame para diagnóstico de coronavírus, sendo este o único caso confirmado deste domingo no município de Feira de Santana.
Agora são 44 pacientes locais da doença desde que surgiu primeiro caso do vírus nesta cidade. Doze já foram liberados de quarentena, pois tiveram novos testes com resultado negativo, após o prazo de isolamento total.
A Vigilância Epidemiológica Municipal, órgão da Prefeitura vinculado a Secretaria de Saúde, informa também que no dia de hoje o laboratório Central de Saúde Pública da Bahia liberou três exames negativos.
O presidente Jair Bolsonaro se emocionou, neste domingo (12), ao falar da facada que sofreu durante a campanha presidencial de 2018. Com a voz embargada, ele lembrou que chegou “no limite da morte”.
Já que hoje se fala em ressurreição, queria dizer que eu não morri, mas estive no limite da morte. No dia 6 de setembro de 2018, eu estava num centro cirúrgico na Santa Casa de Juiz de Fora e eu via que tinha muita gente do meu lado de branco. Em dado momento, as últimas palavras que eu ouvi foi: “vamos abri-lo”. Eu me lembro no dia seguinte, dia 7, eu acordei e estava sendo colocado em uma avião-UTI. Tinha uma pessoa com uns 60 anos e eu não tinha ideia de quem era. Depois descobri que essa pessoa era um médico famoso, o dr. Macedo. Tenho certeza de que por Deus e pelas mãos desses médicos de Juiz de Fora e do hospital Albert Einstein, eu fui salvo, bem como pelas orações de milhões de pessoas que me acompanharam nas semanas vindouras, disse o presidente, com lágrimas nos olhos.
Bolsonaro disse ainda que, partir daquele dia, teve início “um milagre” que começou na salvação da sua vida e culminou com sua eleição para presidente do Brasil.
O perfil para chegar a presidente do país não era o meu. Eu não tinha nada, sequer tinha um partido até março de 2018. Não tinha mais nada para contar de forma que chegasse à Presidência, como era norma naquela época. E esse milagre aconteceu. Eu creio que uma coisa muito importante me fez chegar à vitória e foi João 8:32. Sempre levando a verdade para essas pessoas. Eu nunca falei o que o povo queria ouvir, e sim o que tinha que escutar – afirmou aos líderes cristãos que estavam na transmissão online.
Jair Bolsonaro também explicou como surgiu o bordão que o elegeu, o “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos”.
Por Rotativo News/Pleno News Foto: Divulgação/Instagram
Os efeitos da pandemia de coronavírus no rádio feirense – da mesma forma que em outros estados e cidades – têm sido desastrosos, do ponto de vista comercial. O efeito dominó atinge primeiro os anunciantes e, consequentemente, os programas. Em Feira de Santana a situação “é devastadora” como definiram ao Protagonista alguns dos radialistas que têm programa terceirizado. Isso tudo acontece justamente quando a audiência do rádio está mais alta em tempos de pandemia – nunca esteve em baixa. O rádio é, indiscutivelmente, meio comunicação rápido e ágil. Sempre foi, e continuará sendo, base de pauta para todas as outras fontes de informação, a exemplo de tvs, blogs, sites, jornais impressos, etc. Confira abaixo o depoimento de experientes comunicadores-empresários do rádio feirense sobre a crise. Dilton Coutinho – Quando a crise chega, normalmente a primeira coisa que o cliente faz é cortar a mídia. Alguns, não são todos, consideram a mídia como gasto. Alguns outros entendem a mídia como investimento, pois traz retorno para a empresa. Mas a grande maioria, a primeira coisa que faz é cortar a mídia. Isso já está acontecendo. Os veículos já estão todos sofrendo as dificuldades que todos os segmentos estão passando, não é só a mídia. Alguns segmentos, poucos, estão lucrando com a crise. Mas 99% vão ter que se reinventar, se readaptar, se reorganizar. E logicamente, nós do Acorda Cidade, não somos diferentes, mesmo tendo a maior audiência, mesmo tendo uma equipe grande, boa, mas nós também já começamos a sofrer as consequências. Estamos avaliando com muita cautela e muita calma. Este é o momento onde nós, como empresários, não podemos resolver as coisas na emoção. Temos que ter muita calma, muita tranquilidade para tomar as posições. Eu ainda não tomei nenhuma posição. Na próxima semana nós vamos ver como é que vamos enfrentar essa crise econômica e de saúde, pois são duas: uma casada com a outra. Quando nós temos uma equipe comprometida, uma decisão dessa é muito difícil. Eu estou tendo cautela para resolver isso. Carlos Geílson – Os efeitos da pandemia no rádio são visíveis. Eu, que tenho 42 anos de profissão, nunca presenciei uma situação dessa, onde o anunciante não quer sair do programa, mas não tem como se manter no programa porque no fim do mês não terá como pagar a publicidade. Ainda é cedo para se dizer qual o futuro desse drama que estamos vivendo no rádio. Há uma situação, que por mais que se tenha lastro, deixou muitos surpresos, porque quando se fez Carnaval e se falava disso (coronavírus) na época, os próprios governantes disseram para todos ficarem tranquilos, então ninguém se preparou para enfrentar esse momento. Estamos solidários com os anunciantes. Estamos cortando na carne e fazendo o que é possível para ajudar os parceiros comerciais. Mas se o comércio demorar a reabrir, o futuro será desastroso. Só vai sobreviver quem tiver muita garra e força de vontade para superar os desafios. Estamos diante de grande batalha, não só a de vencermos o coronavirus, mas, ao mesmo tempo, de sobreviver e nos manter na radiofonia feirense e, de modo geral, em todo o Brasil. Vamos em frente porque nada resiste ao trabalho. E nunca o trabalho foi tão necessário para superar uma crise. Joilton Freitas – O programa Rotativo News faz 14 anos em junho. Passamos por dificuldades imensas, inerentes ao mercado, mas conseguimos sobreviver. Mas com a pandemia não é uma crise. É um tsunami. Principalmente para os programas terceirizados. Os clientes estão com as portas fechadas. Não vendem. O que acontece: suspendem a mídia. A situação é catastrófica, sim. Não sabemos onde vamos parar. A sobrevivência dos programas corre risco grande. Torcemos para tudo voltar ao normal para que possamos sobreviver ao vírus e à crise. Luiz Santos – Segundo pesquisa, houve aumento de audiência nas rádios, em todo o mundo, em 15% em média. Aqui percebemos isso. Mas a dificuldade chegou. No nosso programa temos casos de manter a mídia de graça, porque são clientes parceiros de muitos anos e estão em dificuldade. Estamos renegociando nossos contratos. Como iremos pagar à rádio? Estamos em negociação para reduzir os valores do contrato, pois caso contrário não conseguiremos sobreviver. O problema chegou por atacado. Grandes e pequenos. Outras praças enfrentam a mesma dificuldade. Estamos buscando alternativa: descontos, aumentando números de chamadas, etc. A situação está muito complicada. Nunca passei por um momento como esse. Ouço outras rádios de outros estados e a situação é a mesma. Antônio Sátiro – A dificuldade dos terceirizados é grande. Hoje o rádio é terceirizado. Em alguns casos existe apoio de publicidade dos governos municipal e estadual. Alguns poucos que não têm. Nosso programa, que é mais jornalístico, não tem. Temos esse programa com Osvaldo Cruz e a gente tenta manter o programa sem propaganda governamental. Os clientes da iniciativa privada estão tendo dificuldade e vão ter que retirar os comerciais. Vai afetar a todos e a gente lamenta. Juarez Fernandes – Os anunciantes estão sumindo. Acredito que seja uma dificuldade de todos os terceirizados do rádio feirense. Os anunciantes sumiram, porque também sofrem os efeitos da pandemia e as medidas restritivas. Vou fazer uma reunião, provavelmente na segunda (13), para adotar as algumas medidas. Jimycley Araújo – Um exemplo sou eu, que estava com estreia marcada desde o mês de março e tive que adiar por conta do coronavírus. Com o comércio fechado não temos como atrair anunciantes. Fui prejudicado. Sei que colegas estão buscando reduzir valores. Já existe demissão em emissoras, por conta da crise. Fomos surpreendidos com essa situação do coronavírus. Todos em casa. Tive que recuar até de anunciantes já fechados, porque não sabemos como ficaria a situação. Vamos pedir a Deus que tudo se normalize aos poucos. Quem tem programa terceirizado está em sérias dificuldades. Valdeir Uchoa – Nós, terceirizados, estamos sofrendo as consequências da pandemia. Temos mais de 90% de anúncios privados e por conta de tudo isso, comércio fechado, influencia diretamente no rendimento dos empresários e eles têm que diminuir despesas. Propaganda é cortada primeiro. Estamos buscando estratégias para manter os parceiros de longas datas. Criando facilidades para conseguir a clientela. Nós, que sempre fomos organizados, temos conseguido manter a equipe 100%, mas esperamos que tudo isso passe logo, mesmo sabendo que essa retomada de anúncios deve demorar um pouco. Parceria não é só nos momentos bons.
Por Rotativo News/informações O Protagonista Foto:
O prefeito Colbert Martins Filho decidiu prorrogar por mais uma semana o fechamento do comércio de Feira de Santana. O gestor do município publicou nesta segunda-feira (13), a informação em suas redes sociais. “O mundo enfrenta uma de suas maiores crises na saúde em decorrência do novo coronavírus. Nossa cidade teve um grande aumento nos casos na última semana. Por isso decidi, mais uma vez, prorrogar o fechamento do comércio por uma semana, mantendo só serviços essenciais, escolas, academias, shoppings, galerias, bares e restaurantes continuarão fechados até o dia 04 de maio”, afirmou.
Por Rotativo News/ Rafael Marques Foto: Divulgação
Chegou na última sexta-feira (10), o carregamento de insumos para a fabricação da hidroxicloroquina que a Índia e o presidente Jair Bolsonaro haviam negociado. Ao todo, são 530 quilos de materiais.
O carregamento foi trazido ao Brasil pelo EMS, o maior laboratório farmacêutico do país. Os insumos são suficientes para produzir medicamentos para 60 mil pacientes.
A importação dos insumos só foi possível por causa de um acordo elaborado entre o próprio Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.
Desde que a Organização Mundial da Saúde declarou a pandemia da Covid-19, a Índia passou a restringir a exportação de matéria-prima de farmacêuticos.
O idoso de 99 anos, curado da COVID-19, deixou o hospital na última sexta-feira (10). “Eu agradeço tudo que vocês fizeram por mim, não poderiam ter feito melhor”, disse o aposentado sob aplausos dos profissionais da saúde. O idoso que completará 100 anos em junho deste ano, estava internado em uma UTI, usando um respirador.
Até o dia 09 de abril, às 19:00h, em Feira de Santana, foram notificados 526 casos suspeitos da COVID-19 (Gráfico 1), sendo 433 casos descartados, 53 casos aguardando resultado de exames laboratoriais e 40 casos confirmados pelo LACEN (Laboratório Central da Bahia), sendo 01 caso importado da Itália, 01 caso importado dos Estados Unidos, 01 caso provável contaminação no Rio de Janeiro, 05 casos prováveis contaminação em São Paulo e 32 casos de transmissão local. Entre os casos confirmados 06 foram retestados, e apresentaram resultados negativos, evoluindo para cura, liberados da quarentena.
Homem de Sertãozinho – São Paulo que positivou para COVID-19, após cumprir isolamento foi retestado e resultado foi negativo, evoluindo para cura. Foram liberadas da quarentena 53 pessoas que tiveram contato com o mesmo.
Uma Mulher (puerpera) 29 anos teve contatos com os pais (residentes de Brasília – Distrito Federal) e encontra- se hospitalizada. A Prefeitura Municipal, através da Se- cretaria Municipal de Saúde/Vigilância Epidemiológica e demais Secretarias Municipais, vem adotando medidas de prevenção e ações de monitoramento com mapeamento e identificação dos contatos, coletas e orientação de isolamento domiciliar (quarentena) para todos os casos suspeitos e contatos, com o objetivo de quebrar a cadeia de transmissão da doença COVID-19.