Ansioso por uma volta por cima, o Bahia quer pôr fim no jejum de sete jogos consecutivos sem vencer – cinco pelo Brasileirão. A próxima oportunidade será neste sábado, quando o Tricolor recebe o Cruzeiro às 18h30, na Arena Fonte Nova, pela 10ª rodada da Série A.
O time comandado por Renato Paiva encerrou a preparação para o confronto na sexta (9). Após lesões confirmadas, Biel e Jacaré são os principais desfalques no elenco titular. Além deles, o Esquadrão tem mais quatro atletas no departamento médico: os zagueiros Raul Gustavo e Marcos Victor, o lateral-esquerdo Matheus Bahia e o volante Yago Felipe.
O Bahia está na 15ª posição na tabela e soma oito pontos – um a mais que o Goiás, que abre a zona de rebaixamento. O momento do adversário também não é dos melhores: o Cruzeiro acumula uma sequência de cinco partidas sem vitória. Com 13 pontos, a Raposa aparece em 10º.
A partida acontece na Arena Fonte Nova, em Salvador, a partir das 18h30
Foto: Felipe Oliveira/EC Bahia
Sete jogos consecutivos sem vencer, o Bahia pretende dar fim em jejum neste sábado (10), em partida contra Cruzeiro. O tricolor recebe a Raposa às 18h30, na Arena Fonte Nova, em Salvador, pela 10ª rodada da Série A. Caso não vença este duelo, o Esquadrão de Aço aproxima-se da zona de rebaixamento.
O time comandado por Renato Paiva coleciona vitórias em cima da Raposa. Ambos mostraram a sua força durante a campanha do acesso à Série A, no ano passado. Na oportunidade, o Bahia derrotou o Cruzeiro por 2 a 0.
Os treinamento para o confronto desta noite foram encerrados na sexta-feira (9). Biel e Jacaré, por sua vez, são os desfalques no elenco titular. Além deles, o Esquadrão tem mais quatro atletas no departamento médico: os zagueiros Raul Gustavo e Marcos Victor, o lateral-esquerdo Matheus Bahia e o volante Yago Felipe.
O Bahia está na 15ª posição na tabela e soma oito pontos – um a mais que o Goiás, que abre a zona de rebaixamento. Já o Cruzeiro acumula uma sequência de cinco partidas sem vitória. Com 13 pontos, a Raposa aparece em 10º.
Lionel Messi terá bastante tempo para curtir ao lado da família nos Estados Unidos Imagem: Autoridade de Turismo Saudita (STA)
Na entrevista em que anunciou a decisão de interromper a carreira na Europa para jogar nos Estados Unidos, Lionel Messi fez questão de dizer que está em busca de “um pouco mais de tranquilidade” e de “aproveitar o futebol de uma forma diferente” da que está acostumado.
Pois na MLS (Major League Soccer), o hoje veterano de 35 anos irá se deparar com uma rotina de jogos bem mais amena do que aquela com a qual lidou durante as quase duas décadas em que vestiu as camisas de Barcelona e Paris Saint-Germain.
Um time da parte de baixo da tabela da liga norte-americana, caso do Inter Miami, lanterna da Conferência Leste, tem uma temporada de apenas oito meses e não chega nem a disputar 40 partidas oficiais no ano.
É uma diferença enorme na comparação com a fase mais puxada da carreira de Messi no futebol europeu. Em 2011/12, ele foi a campo nada menos que 60 vezes pelo Barcelona. E ainda desfalcou a equipe em duas oportunidades.
Ou seja, além de morar em uma cidade litorânea (e onde dá praia na maior parte do ano), o argentino terá uma agenda profissional bem menos cheia.
Como funciona o calendário nos EUA
Ao contrário das principais ligas da Europa, a MLS não é disputada em sistema de pontos corridos. Ela tem uma fase classificatória, que vai de fevereiro a outubro, e depois entra em um sistema de playoffs, que se arrasta até o começo de dezembro.
Além disso, todos os clubes norte-americanos participam em paralelo da US Open Cup, um similar da Copa do Brasil, que reúne 99 equipes em confrontos eliminatórios de jogo único.
O menor calendário possível para um time da MLS, com eliminação na temporada regular da liga e também na estreia na copa nacional, é de 35 jogos oficiais.
Por outro lado, é impossível para uma equipe dos EUA disputar mais de 57 partidas no mesmo ano. E, para alcançar esse número, ela terá de chegar à decisão da MLS, da US Open Cup e da Liga dos Campeões da Concacaf, além de alcançar pelo menos as semifinais do Mundial de Clubes.
Polêmica com Neymar
O calendário mais tranquilo do futebol nos EUA já fez Neymar e o comissário da MLS, Don Garber, baterem boca publicamente.
No começo do ano passado, o brasileiro afirmou que tem muita vontade de ainda se transferir para os Estados Unidos porque “o campeonato lá é curto, então você tem uns três ou quatro meses de férias. Dá para jogar muitos anos ainda.”
A declaração irritou a alta cúpula da liga. Seu dirigente máximo exigiu respeito de todo e qualquer interessado em atuar na MLS e afirmou que a competição não é lugar para “jogador aposentado”.
A decisão de Messi
A definição de que o craque da Copa do Mundo-2022 irá para os Estados Unidos encerra meses de especulação sobre o que ele faria depois do fim do seu contrato com o Paris Saint-Germain.
Criticado pela parte mais radical dos torcedores franceses, Messi nem chegou a abrir negociações mais concretas para renovar com o clube da Cidade Luz.
Sua prioridade era retornar para o Barcelona. No entanto, as indefinições sobre a viabilidade econômica da sua contratação pelos culés (que dependia de uma série de cortes de custo e venda de jogadores que o clube teria de cumprir) minaram esse plano.
Messi também tinha em mãos uma proposta milionária do governo da Arábia Saudita, novo eldorado do futebol mundial, para jogar no Al-Hilal, principal rival do Al-Nassr, de Cristiano Ronaldo.
De acordo com o site “The Athletic”,a proposta que convenceu o argentino a se mudar para os Estados Unidos inclui, além do salário, participação em receitas do streaming Apple +, uma bonificação da Adidas, patrocinadora oficial da MLS, e até facilidades na obtenção de licença para a futura compra de um clube após a aposentadoria.
Lionel Messi vai decidir seu futuro após sua saída do PSG Imagem: ALAIN JOCARD/AFP
O retorno — ou não — de Messi ao Barcelona deve ser definido nas próximas semanas, talvez nos próximos dias. Para entender o que pode acontecer, quanto há em jogo e quais podem ser os próximos passos, aqui vão as respostas de seis das perguntas que mais são feitas sobre o caso:
O Barcelona pode contratar Messi hoje?
A resposta direta é: não. Para contratar o craque argentino, o Barcelona precisa ter um plano de ajuste de gastos que se adapte ao Fair Play Financeiro da Uefa. De forma simplificada, a regra funciona para que os clubes não gastem mais do que arrecadam em salários e contratações.
Na temporada 2025-26, esse valor não poderá passar de 70% do faturamento. Por enquanto, ele é de 80%, com exceções em casos específicos. Atualmente, o Barcelona gasta mais do que isso.
Foi por esse mesmo motivo que Messi saiu do clube, em 2021: nos anos anteriores à pandemia, o clube aumentou consideravelmente os salários do elenco; com o fechamento dos estádios e jogos sem público, o clube deixou de arrecadar quase 500 milhões de euros (R$ 2,63 bilhões).
O que Barcelona precisa fazer?
Para contratar Messi, o Barcelona precisa ter seu plano econômico aprovado pela Liga Espanhola. Na segunda-feira (5), o site Relevo publicou que a entidade que organiza o Campeonato Espanhol já havia concordado com o planejamento apresentado pelo clube. O Barcelona, por ora, nega a informação.
A engenharia financeira envolvida é complicada. O Barcelona teria de reduzir entre 200 e 250 milhões de euros em seus gastos para equilibrar a balança. No entanto, essa redução não poderia ser aplicada em sua totalidade nos salários e contratações.
Uma das regras do fair play financeiro prevê que, para cada 4 euros cortados, o clube pode investir 1. Ou seja: caso o Barcelona consiga cortar 200 milhões de euros de gastos da folha salarial, só 50 milhões poderiam ser realocados para salários.
Só que Messi não será o único gasto: o clube tem de inscrever os contratos novos de Ronald Araújo, Marcos Alonso e Gavi, além do zagueiro Iñigo Martínez, que já tem um acordo verbal e também espera o aval de La Liga.
Como reduzir a folha salarial?
Há duas maneiras: cortar jogadores do elenco — seja por venda, empréstimo ou fim de contratos — ou renegociar salários. O processo, na verdade, já começou.
O zagueiro Gerard Piqué, que tinha o maior salário do elenco, aposentou-se durante a temporada. Jordi Alba e Sergio Busquets, veteranos que também estavam na lista de mais bem pagos, também anunciaram a saída do clube. Só com os três, calcula-se que o Barcelona consiga liberar 70 milhões de euros anuais.
O passo seguinte seria vender jogadores para livrar-se de salários altos. Os pontas Ferran Torres e Ansu Fati são dois dos jogadores que podem sair. O zagueiro Jules Koundé, insatisfeito por estar jogando como lateral, é outro nome que pode ser negociado.
Por fim, há as renegociações de contrato: Frenkie de Jong e Ter Stegen receberão ofertas de renovação por valores menores que os atuais.
O que Messi precisa fazer para assinar?
O argentino já disse a pessoas próximas que dá preferência ao Barcelona, mas não quer esperar muito para definir o seu futuro. O pai do jogador reuniu-se ontem (5) com o presidente do clube, Joan Laporta.
No encontro, as duas partes colocaram as cartas na mesa: o Barcelona quer Messi; Messi quer o Barcelona. A oferta financeira é de 25 milhões de euros por ano, caso todas as condições do Fair Play Financeiro sejam atendidas. Por enquanto, Messi só pode esperar.
Por que Messi não pode jogar de graça?
Diante das dificuldades financeiras do Barcelona nos últimos anos, sempre se comenta sobre a possibilidade de Messi jogar por um salário simbólico — ou até mesmo de não receber salário.
No entanto, essa possibilidade é legalmente impossível. De acordo com a lei espanhola, um trabalhador não pode ter um contrato de trabalho com valor inferior a 50% do anterior.
A própria Liga Espanhola também tem suas regras salariais, para evitar manipulações financeiras. Os valores não são públicos, mas há uma espécie de “salário mínimo” para jogadores de determinado nível, com base nos valores de contratos anteriores.
Quais são as outras possibilidades?
Além do Barcelona, há pelo menos duas reais possibilidades para Messi: o Al-Hilal, da Arábia Saudita, e o Inter Miami, dos Estados Unidos.
Os sauditas oferecem um salário de 400 milhões de euros anuais, quase dez vezes mais do que o astro ganhava por temporada no PSG. Isso faria de Messi o esportista mais bem pago da história.
O Inter Miami tem uma oferta mais modesta, mas ainda assim melhor que a do Barcelona: 50 milhões de euros, e um contrato que poderia se estender por 4 temporadas. O projeto do clube de David Beckham é visto com bons olhos pela MLS, que teria Messi jogando na América do Norte nos anos anteriores à Copa do Mundo de 2026, que será realizada em conjunto nos Estados Unidos, México e Canadá.
A partida entre Fluminense de Feira e Juazeiro, realizada no estádio Jóia da Princesa, na tarde deste domingo (4), foi interrompida. Segundo informações apuradas por uma equipe do De Olho na Cidade, que estava no local, os times optaram por encerrar o jogo, que estava em 1×0 para o Flu, porque os refletores apresentaram defeito.
Alguns torcedores abandonaram o estádio. Nossa reportagem tentou contato com a direção do Fluminense, mas não conseguiu.
O jogo vai ser retomado nesta segunda-feira (5), às 15h.
Para o terror dos jogadores de futebol, o portal LeoDias.com traz à tona mais uma história envolvendo infidelidade. Desta vez, o personagem principal é Casemiro, jogador da Seleção Brasileira e do Manchester United, da Inglaterra. As informações são do portal LeoDias.
Este portal teve acesso exclusivo a prints e detalhes de um relacionamento extraconjugal do atleta que durou mais de 5 anos, mesmo o jogador sendo casado há quase uma década. O jogador se relacionou com a amante entre agosto de 2016 e o fim de 2022. Segundo relatos obtidos por nossa reportagem, além de acompanhar o atleta nos países onde morou, Espanha e Inglaterra, ela também o visitava na cidade natal do jogador no Brasil, em São José dos Campos, no interior de São Paulo.
VEJA OS PRINTS ABAIXO
Nos prints reveladores, são mostradas conversas íntimas do jogador com Sintya, a amante. Em uma das conversas, na época em que era jogador do Real Madrid, da Espanha, Casemiro chega a mandar fotos para a mulher e questiona quando a verá novamente.
“Estou na Espanha faz tempos. E você, quando vem me visitar, amor? (…) Quero saber e ver se você se guardou para mim”, diz o atleta em uma das conversas.
Em um outro diálogo, Casemiro demonstra ciúmes da amante. Segundo informações apuradas pelo LeoDias.com, o relacionamento extraconjugal teria terminado, justamente, por conta dos ciúmes excessivos do jogador, mesmo que o atleta estivesse cometendo um ato de infidelidade.
Na conversa, Casemiro demonstra ciúmes após a mulher ter enviado mensagens para um homem chamado Daniel, o jogador chega a ligar para Sintya: “Que mensagem foi aquela para o Daniel? Foi você mesmo? (…) Não gostei daquela mensagem para o Daniel”.
Casemiro é casado há quase nove anos
O atleta é casado com a influenciadora Anna Maria Casemiro há quase nove anos, desde meados de 2014, e costuma fazer publicações ao lado da mulher nas redes sociais. Os dois também são pais de duas crianças, um menino e uma menina.
Não é uma ideia nova – tampouco uma ideia original – porque as ligas de basquete e de futebol americano já fazem isso há tempos, mas a UEFA pode impor um limite de valor que os clubes possam gastar com salários e transferências de jogadores em uma única temporada.
De acordo com o jornal britânico The Times, o limite funcionaria juntamente com o Regulamento de Sustentabilidade Financeira da UEFA, segundo o qual as equipes nos torneios europeus só podem gastar 90% das receitas em salários e transferências em 2023.
Gradativamente, isso cairia para 80% em 2024 e 70% em 2025. A ideia é estabelecer um limite fixo a cada temporada para gastos com salários, transferências e pagamentos de agentes.
Desde o início do ano, o presidente da UEFA, Aleksander Ceferin,já alimentava a esperança de que poderia estabelecer um teto salarial no futebol europeu, a fim de proteger o equilíbrio competitivo, acrescentando que as negociações com os clubes estavam em andamento.
Todo o planejamento está sendo analisado pela Associação de Clubes Europeus, que representa os principais times, já deu aval. Por outro lado, ligas nacionais europeias e o sindicato dos jogadores (FifPro) já criticaram a proposta.
Sufoco e goleiro herói! O Bahia bateu o Santos, nos pênaltis, na noite desta quarta-feira (31), e avançou às quartas de final da Copa do Brasil. Nas penalidades máximas, o placar foi de 4 x 3 para a alegria de quase 35 mil torcedores na Arena Fonte Nova, após o tempo regulamentar terminar em 1 x 1.
Depois de empatar na Vila Belmiro no jogo de ida das oitavas, o Esquadrão precisava ganhar por qualquer placar para seguir na competição. Mas a vida não foi fácil. O time da casa chegou a abrir o marcador, com gol de Cauly, mas viu o Peixe empatar nos acréscimos do segundo tempo em cabeçada de Bruno Mezenga.
Na hora decisiva, o goleiro Marcos Felipe pegou duas cobranças e rendeu a classificação para a próxima fase e mais R$ 4,3 milhões na conta. O Tricolor aguarda o sorteio do próximo adversário no torneio mata-mata. As datas dos confrontos também serão definidas pela CBF.
Enquanto isso, o próximo compromisso do Bahia é pelo Brasileirão. A equipe volta a entrar em campo contra o Fortaleza, no sábado (3). A partida, válida pela nona rodada da Série A, está marcada para 16h.
Sampaoli no comando do Flamengo — Foto: André Durão / ge
A panela de pressão do Flamengo parece não aliviar independentemente dos resultados. Com cobranças internas e externas, o clube chega para o clássico com o Fluminense nas oitavas da Copa do Brasil tentando administrar o vestiário, mesmo que a confiança em Jorge Sampaoli exista.
Antes do treino de hoje, o presidente Rodolfo Landim, vice-presidente de futebol Marcos Braz, o diretor-executivo Bruno Spindel e o membro do Conselhinho Diogo Lemos se reuniram com os jogadores e comissão.
Apesar de alguns enxergarem certo exagero no retrato do momento e a diretoria entenda que não há grandes problemas, existe a sensação de que é preciso haver mais união para vencer a fase conturbada.
Grupos divididos?
Uma possível tensão entre David Luiz e Gabigol como lideranças de vestiário foi exposta nos últimos dias, mas há quem garanta que essa distância entre eles não é recente.
Os dois nunca foram melhores amigos e têm estilos diferentes. Algumas cobranças do zagueiro, por exemplo, soaram como repetitivas dentro do grupo e geraram algum incômodo.
Se fala que David constantemente dá sermões, cobra profissionalismo ou tenta ditar algumas ações. Esse papel de ser voz ativa aumentou ainda mais depois da saída de Diego Ribas.
Alguns jogadores, de fato, têm relacionamento distante, mas se respeitam, apesar da falta de intimidade. Internamente isso é visto como normal em um grupo de mais ou menos 30 atletas.
Em festas de aniversário de alguns atletas, por exemplo, nem sempre todos estão presentes. Antes isso costumava ser mais comum.
Nomes de mais peso, como o capitão Everton Ribeiro, optam por não tomar lados e mantêm a boa relação com todos.
Confiança no trabalho
Com relação a Sampaoli, o grupo não tem uma tensão com o treinador no momento. Pessoas ligadas ao clube e a jogadores garantem que o clima é de paz.
Um ponto de reclamação teve a ver com o longo período sem folgas. A primeira foi apenas 29 dias depois da chegada do argentino ao clube.
Há um entendimento geral de que a carga física aumentou e muito após a contratação de Sampaoli. Neste aspecto específico não há discordância, apenas uma sensação de que isso pode estar ligado ao aumento no número de lesões na temporada.
O que gerou atrito foi viajar com lesionados, como aconteceu no caso de Marinho. Ele não aceitou a recomendação de ir para o Chile e, por isso, acabou afastado e multado.
Indireta
As indiretas em redes sociais também aparecem às vezes. Uma das mais marcantes foi de Gabigol publicando que apenas Arrascaeta o encontrava em campo.
Às vésperas do Fla-Flu pela Copa do Brasil, o uruguaio apareceu nas redes sociais também em tom de desabafo. “Como diz a frase: juntos somos mais fortes, semana de decisão. Vamos fazer tudo de novo”, escreveu.
O Vitória chegou a abrir o placar, mas acabou cedendo o empate em 1 a 1 ao Avaí, neste sábado (27), na Ressacada, pela nona rodada da Série B. Wellington Nem fez o primeiro gol da partida, mas Waguininho deixou tudo igual para a equipe catarinense. Com o resultado, o Leão chegou aos 19 pontos, mas corre o risco de perder a liderança da tabela de classificação. Com 17, Vila Nova e Criciúma, respectivamente em segundo e terceiro, ainda jogam no desenrolar da rodada. Já o time catarinense somou oito pontos e segue em 16º, um a mais da zona de rebaixamento. O Vitória volta ao gramado na próxima sexta-feira (2), às 21h30, para receber a visita do Ituano, no Barradão, pela 10ª rodada da Segundona.