(crédito: Foto: Rafael Ribeiro/CBF)

A seleção brasileira, após sua participação na Copa América, enfrenta desafios inesperados fora dos gramados. Dorival Júnior, juntamente com outros membros da equipe técnica, encontram-se retidos nos Estados Unidos devido aos efeitos de um evento climático extremo. Os jogadores, por outro lado, conseguiram retornar ao Brasil sem maiores problemas.

O furacão Berryl, que devastou partes do Texas recentemente, causou severas interrupções no tráfego aéreo, particularmente afetando a região de Houston. Esta situação adversa impediu que figuras chave do futebol brasileiro conseguissem voltar para casa conforme o planejado, criando uma série de complicações logísticas inesperadas.

Dorival e dirigentes da Seleção são impedidos de deixar os Estados Unidos. Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Qual o impacto do furacão Berryl na logística da equipe brasileira?

Com o principal aeroporto local seriamente afetado, as alternativas de deslocamento tornaram-se limitadas. Rodrigo Caetano, o coordenador de seleções, junto a Dorival Júnior, segue buscando soluções através de rotas alternativas, embora ainda não haja confirmações de sucesso nestas tentativas. A esperança reside em um voo alternativo que possa transportá-los de volta ao Rio de Janeiro até a madrugada de quinta-feira, dia 11.

Como alterações climáticas afetam grandes eventos esportivos?

O episódio atual exemplifica o quanto eventos esportivos globais estão suscetíveis a desafios logísticos provocados por condições climáticas extremas. Nestes momentos, não apenas os deslocamentos são comprometidos, mas toda a preparação e planejamento das equipes são postos à prova, influenciando até mesmo o estado psicológico dos envolvidos.

Previsões para os próximos jogos da Seleção Brasileira

Enquanto todos esperam a solução para o impasse atual, o calendário da Seleção Brasileira não dá tréguas. Em setembro, o time enfrentará o Equador pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. O otimismo persiste para que todos os membros da comitiva técnica estejam em território brasileiro a tempo de preparar a equipe para este importante confronto.

Informações TBN


Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

O Vitória até tentou quebrar o jejum de quase 10 anos sem vencer o Botafogo no Barradão, mas o tabu continua. Nesta quinta-feira (11), o Fogão, que já tinha sido algoz do Rubro-Negro este ano na Copa do Brasil, foi superior e fechou o placar em 1 x 0.

Após um primeiro tempo equilibrado, o confronto ficou mais animado na segunda etapa. Logo aos 10 minutos, Eduardo isolou pênalti cometido por Alerrandro, porém, não fez falta. Na sequência, Willean Lepo saiu jogando errado e Savarino balançou as redes para dar a vitória aos visitantes.

Com o resultado na 16ª rodada, o Leão segue na 15ª posição com 15 pontos – a três do Corinthians, que está em 17º e tem dois triunfos a menos.

O Brasileirão continua e o Vitória volta a entrar em campo contra o Fortaleza, às 21h30 da próxima quarta-feira (17). A partida, válida pela 17ª rodada, será na Arena Castelão (CE).

Metro1


Harry Kane comemora gol marcado pela Inglaterra contra a Holanda, na Eurocopa
Harry Kane comemora gol marcado pela Inglaterra contra a Holanda, na Eurocopa Imagem: Friso Gentsch/picture alliance via Getty Images

A Inglaterra contou com um herói improvável, venceu a Holanda por 2 a 1, de virada, nesta quarta-feira (10), e está de volta à final da Eurocopa.

Ollie Watkins foi o herói da noite no Signal Iduna Park, em Dortmund, na Alemanha. O atacante saiu do banco, substituiu Kane no segundo tempo e marcou o gol da classificação inglesa nos minutos finais.

No primeiro tempo, Xavi Simons havia colocado a Holanda na frente. Kane, de pênalti, deixou tudo igual ainda nos 45 minutos iniciais.

A Inglaterra vai encarar a Espanha na final. As duas seleções se enfrentam no próximo domingo (14), às 16h (de Brasília), no Estádio Olímpico de Berlim.

A final de 2024 será a segunda seguida da Inglaterra. Em 2021, os ingleses chegaram à decisão em casa, mas perderam para a Itália, nos pênaltis. A seleção busca um título inédito, já que nunca conquistou a Eurocopa.

Como foi o jogo

O começo de jogo foi frenético: teve golaço e VAR ativo. A Inglaterra começou o jogo pressionando, mas a Holanda foi letal na primeira chegada e abriu o placar com um chutaço de Xavi Simons. A pressão inglesa aumentou logo após o gol holandês e resultou em empate em cobrança de pênalti de Harry Kane — o lance foi marcado depois do VAR acionar o árbitro Felix Zwayer para revisar o lance.

O segundo gol de cada seleção só não saiu por um mesmo motivo: a trave. Melhor no jogo, a Inglaterra seguiu pressionando e pareceu mais próxima da virada no primeiro tempo, porém parou na trave e em corte salvador de Dumfries. Dentro da sua estratégia, a Holanda só levou perigo na etapa inicial por meio da bola parada e foi desta maneira que parou no travessão de Pickford.

A etapa final foi morna, mas teve gol no fim de herói improvável. As duas seleções voltaram mais cautelosas para o segundo tempo. A Holanda começou dominando mais a bola e aparecendo no ataque. Quando tudo parecia encaminhado para a prorrogação, um susto: Saka fez o segundo gol inglês, mas teve o lance anulado por impedimento de Walker na origem da jogada. O tento anulado, no entanto, não fez diferença. Nos acréscimos, um herói improvável apareceu. Watkins, que substituiu Kane, mostrou habilidade e matou o jogo, colocando os ingleses na final.

Lances importantes e gols

Xavi Simons abre o placar com uma pedrada. A primeira chegada da Holanda foi letal. Aos 7 minutos, Xavi Simons desarmou Declan Rice no campo defensivo inglês, avançou e, de fora da área, soltou a bomba de pé direito. A bola morreu no canto direito alto de Pickford, que não alcançou.

Xavi Simons comemora gol marcado pela Holanda contra a Inglaterra, na Eurocopa
Xavi Simons comemora gol marcado pela Holanda contra a Inglaterra, na Eurocopa Imagem: Roy Lazet/Soccrates/Getty Images

Kane tenta a primeira. Pouco depois do gol holandês, Harry Kane recebeu a bola na entrada da área e arriscou chute firme no canto direito de Verbruggen, que caiu bem e espalmou.

Kane empata em cobrança de pênalti. Após sobra de bola na área, Kane finalizou e foi atingido por Dumfries com uma solada. O árbitro Felix Zwayer não marcou no campo, mas foi chamado pelo VAR para checar o lance. Ele confirmou a penalidade, e o atacante inglês foi para a cobrança aos 17 minutos. O camisa 9 bateu rasteiro, no canto direito de Verbruggen, que até acertou o lado, mas não chegou.

Salva em cima da linha. Foden recebeu dentro da área e, cara a cara com Verbruggen, tocou por baixo do goleiro. A bola parou em corte de Dumfries, que salvou em cima da linha e evitou a virada inglesa.

No travessão! Após cobrança de escanteio, Dumfries subiu mais alto que a defesa da Inglaterra e cabeceou. A bola bateu no travessão e saiu em tiro de meta.

Toma lá, dá cá. O troco inglês veio na mesma moeda. Foden recebeu pelo lado direito, levou para a perna esquerda e bateu colocado. A bola beijou a trave direita de Verbruggen e saiu.

Pickford faz defesaça na primeira boa chance da etapa final. Após cruzamento, Van Dijk completou de joelho próximo à pequena área, mas Pickford reagiu rápido, caiu no canto esquerdo e espalmou.

Pickford comemora durante jogo entre Inglaterra e Holanda, na Eurocopa
Pickford comemora durante jogo entre Inglaterra e Holanda, na Eurocopa Imagem: Alex Livesey/Getty Images

Não valeu. Walker recebeu pela direita e cruzou rasteiro para Saka. O atacante do Arsenal completou para as redes, mas o gol inglês foi anulado por impedimento antes do cruzamento.

Watkins sai do banco e vira herói. Reserva de Harry Kane, o atacante do Aston Villa recebeu passe na área aos 45 minutos, girou sobre a marcação e finalizou cruzado, na bochecha da rede, sem chances para Verbruggen.

Ollie Watkins, da Inglaterra, celebra gol marcado sobre a Holanda em jogo da Eurocopa
Ollie Watkins, da Inglaterra, celebra gol marcado sobre a Holanda em jogo da Eurocopa Imagem: Alex Livesey/Getty Images

FICHA TÉCNICA
HOLANDA 1 X 2 INGLATERRA

Data e horário: 10 de julho de 2024, às 16h (de Brasília)
Competição: Semifinal da Eurocopa 2024
Local: Signal Iduna Park, em Dortmund (ALE)
Árbitro: Felix Zwayer (ALE)
Assistentes: Stefan Lupp (ALE) e Marco Achmuller (ALE)
VAR: Bastian Dankert (ALE)
Gols: Xavi Simons (7’/1°T), Kane (17’/1°T), Watkins (45’/2°T)
Cartões amarelos: Dumfries, Van Dijk, Xavi Simons (HOL), Bellingham, Saka, Gallagher (ING)

HOLANDA: Verbruggen; Dumfries (Zirkzee), De Vrij, Van Dijk e Aké; Schouten, Reijnders e Xavi Simons (Brobbey); Gakpo, Malen (Weghorst) e Depay (Veerman). Técnico: Ronald Koeman

INGLATERRA: Pickford; Walker, Stones, Guéhi e Trippier (Shaw); Rice, Mainoo (Konsa) e Bellingham; Saka (Gallagher), Foden (Palmer) e Kane (Watkins). Técnico: Gareth Southgate

Informações UOL


juba em treino do bahia
Foto: Rafael Rodrigues / EC Bahia

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É dia de Bahia! Nesta quarta-feira (10), o Tricolor de Aço vai a campo para enfrentar o Athletico Paranaense, às 19h, pela 16ª rodada do Brasileirão.

Em jogo marcado para acontecer na Ligga Arena, o Bahia pisará no gramado sintético do estádio do Athletico com o objetivo de acabar com a sequência que já passa de dois meses sem saber o que é vencer como visitante na Série A.

O time comandado por Rogério Ceni vem de três derrotas seguidas fora de casa, para Flamengo, São Paulo e Palmeiras – e antes havia empatado com Atlético-MG e Criciúma.

Ao todo, são cinco partidas consecutivas sem triunfar fora de casa, sendo que o único triunfo até então aconteceu contra o Botafogo, na já distante 5ª rodada, no dia 5 de maio.

Ao todo, o Esquadrão tem apenas 25% de aproveitamento dos pontos disputados em oito jogos como visitante.

Precisando pontuar fora de casa para seguir entre os líderes do campeonato, o Bahia vai a campo nesta quarta-feira com uma necessidade:

Temos que melhorar fora de casa”, afirmou Everton Ribeiro, após perder para o Palmeiras.

Já para Gabriel Xavier, a equipe tricolor precisa de mais concentração para converter as jogadas que constrói em gol.

“A gente sabe que o que é mais difícil do jogo, que é o construir, que é criar chances, que é sair da pressão, a gente está conseguindo fazer bem fora de casa. É mesmo alinhar essas características, a concentração mental para que a gente consiga aumentar essa porcentagem de triunfos fora de casa”.

FICHA TÉCNICA
ATHLETICO PARANAENSE X BAHIA

Competição: Brasileirão Série A – 16ª rodada
Local: Ligga Arena, em Curitiba-PR
Data e Hora: 10 de julho de 2024, às 19h
Arbitragem: Felipe Fernandes de Lima (MG), auxiliado por Fernanda Nandrea Gomes Antunes (MG) e Schumacher Marques Gomes (PB)
VAR: Daiane Muniz (SP)

Provável Athletico: Athletico-PR: Bento; Léo Godoy, Kaique Rocha, Thiago Heleno (Gamarra) e Esquivel; Erick, Fernandinho, Christian e Zapelli; Julimar (Emersonn) e Pablo (Mastriani). Técnico: Juca Antonello.

Provável Bahia: Marcos Felipe, Gilberto, Gabriel Xavier, Kanu e Luciano Juba; Caio Alexandre, Jean Lucas, Everton Ribeiro e Cauly; Thaciano e Everaldo. Técnico: Rogério Ceni.

Informações EC Bahia


Jean Lucas e rogério ceni, Bahia
Foto: Letícia Martins / EC Bahia

Cada semana no futebol é marcada por uma montanha russa de acontecimentos, com momentos que podem ser bons ou ruins. No caso do Bahia, listamos nesse texto um ponto positivo e outro negativo acerca do Tricolor de Aço nos últimos dias.

Sobe: Rogério Ceni e os mais de 100 gols na passagem pelo Bahia

Rogério Ceni tem 55 jogos pelo Bahia e nesse período o Esquadrão tem uma marca positiva de 101 gols marcados, quase dois gols anotados por jogo.

O principal destaque desse número é o fato de que atletas de diferentes posições contribuíram para ultrapassar a marca de 100 gols tão rapidamente sob o comando de Rogério Ceni.

E é daí que surgem os artilheiros inesperados. Quem imaginava que Thaciano seria o goleador do Bahia em 2024? E que Jean Lucas já teria sete gols pelo clube nessa altura da temporada?

Além de montar um modelo de jogo que funciona ofensivamente – ao menos na Fonte Nova –, o treinador tem outro feito importante, que é o senso de coletividade dentro do elenco.

Atletas reservas também estão entre os artilheiros do Bahia na ‘era Rogério Ceni’. Entre eles, nomes como Ademir, Ratão, Biel e Estupiñán, que são jogadores que entram frequentemente, mas quase sempre saindo do banco de reservas.

Desce: Erros fora de casa custam caro. E não são novidades

O Bahia perdeu três jogos seguidos fora de casa e segue sem vencer como visitante desde 5 de maio. Já são dois meses sem conquistar um triunfo longe da Fonte Nova.

Contra o Palmeiras, novos erros impactaram no resultado final desfavorável ao Bahia. Dessa vez, Jean Lucas, que é um dos destaques da temporada, falhou – e falhou feio –, três vezes na partida.

Mesmo que o técnico Rogério Ceni tenha afirmado que ele tem crédito, os erros não deixam de acontecer.

Para um time que quer disputar o título do campeonato, ter apenas 25% de aproveitamento em oito rodadas fora de casa é fator certamente eliminatório para essa briga.

Como efeito de comparação, Flamengo e Palmeiras têm mais de 60% de aproveitamento fora de seus domínios, enquanto Botafogo e São Paulo têm mais de 50%.

Por mais que não tenham os mesmos 100% do Bahia dentro de casa, a campanha como visitante faz diferença em uma competição de longo prazo. Afinal, são 38 jogos e apenas a metade acontecerá na Fonte Nova. E quanto aos outros 19 jogos?

Até então, em oito, o Bahia só venceu um, e sofreu pelo menos dois gols em seis dessas partidas. Uma média de gols terrível fora de casa – são quase 2 gols sofridos por jogo.

No que diz respeito ao aproveitamento, é pior do que o de times como Criciúma e Atlético-GO, que acabaram de subir de divisão.

Informações EC Bahia


Reprodução/Imagens TV Globo

Em um cenário que pode ser descrito como humilhante e vergonhoso, o técnico Dorival Júnior enfrentou uma situação desconcertante durante a partida que culminou na desclassificação do Brasil da Copa América. Imagens da transmissão oficial da TV Globo capturaram o momento em que Dorival Jr. teve que levantar o dedo para tentar se comunicar com os jogadores da seleção, que o deixaram de fora da tradicional rodinha antes do início das cobranças de pênalti contra o Uruguai.

O episódio ocorreu minutos antes das tensas cobranças de pênaltis que selariam o destino da seleção brasileira na competição. Em um gesto de desrespeito inaceitável, os jogadores ignoraram completamente a presença do treinador, que visivelmente constrangido, tentou participar da conversa levantando o dedo, numa tentativa desesperada de ser ouvido.

Este comportamento lamentável não só expõe uma grave crise de autoridade dentro da equipe, mas também levanta sérias questões sobre o futuro dos jogadores envolvidos. A eliminação nos pênaltis pelo Uruguai foi apenas a culminação de uma série de eventos que evidenciam uma terra arrasada moral dentro da seleção.

A desclassificação na Copa América, nas circunstâncias em que ocorreu, é um reflexo de um ambiente de trabalho tóxico e desorganizado que precisa de uma intervenção drástica.

A atitude dos jogadores não apenas desrespeitou o técnico, mas também manchou a imagem da seleção brasileira, conhecida mundialmente por sua disciplina e respeito dentro e fora dos campos. A recuperação desse episódio vai além das questões táticas ou técnicas; trata-se de restaurar a moral e a ética que devem nortear qualquer equipe esportiva.

Veja o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/C9IOVaQx6cw/?utm_source=ig_embed&ig_rid=a4501b85-c876-4ac3-ac63-8b624e7b0ab3&ig_mid=07AACBF7-A328-440F-BE5F-28775B569D51

Informações TBN


Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia

Para seguir com a ótima campanha que vem trilhando no Brasileirão, o Bahia terá que superar um adversário direto neste domingo (7). No Allianz Parque, em São Paulo, o Esquadrão visita o Palmeiras, às 18h30, pela 15ª rodada do campeonato.

Sem novos desfalques, o técnico Rogério Ceni mais uma vez terá a maioria do elenco à disposição para a partida.

As equipes estão em situação idêntica na tabela de classificação – ambos com 27 pontos. Cada time tem oito vitórias, três empates e três derrotas na Série A. O que separa alviverdes em terceiro e tricolores em quinto é o saldo de gols.

Metro1


Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

Após duas derrotas cruéis com gols no fim do jogo, o Vitória terá mais um desafio em casa para se reabilitar no Campeonato Brasileiro. Neste domingo (7), o Rubro-Negro enfrenta o Criciúma, às 18h30, pela 15ª rodada da competição.

Para o confronto, o treinador Thiago Carpini terá o volante Léo Naldi à disposição após cumprir suspensão. Além dele, o zagueiro Bruno Uvini e o atacante Everaldo também voltaram a ser relacionados. O Leão terá dois desfalques no meio-campo pelo terceiro cartão amarelo: Dudu e Caio Vinícius – o último também machucou a parte posterior da coxa e está se recuperando.

O Vitória é o 16º colocado com 12 pontos. Já o Criciúma está na 12ª posição com 16 somados.

*Com informações Metro1


Marcelo Bielsa precisou de pouco mais de um ano para transformar o Uruguai e torná-lo favorito contra a seleção brasileira nas quartas de final da Copa América, neste sábado (6), 22h, no Allegiant Stadium, em Las Vegas (EUA).

O que aconteceu

Bielsa chegou ao Uruguai em maio de 2023 com uma missão clara: transformar o jeito de jogar da Celeste.

Historicamente, o Uruguai era um time defensivo, com muita raça e bola longa. A expectativa da federação do país era usar melhor a nova geração pós-Cavani e Suárez.

‘El Loco’ aceitou o desafio e avisou logo na primeira entrevista: “É difícil mudar uma cultura, mas vamos fazer o nosso máximo para sermos protagonistas”.

E a promessa está sendo cumprida. Bielsa convocou elencos mais compridos, fez várias observações e encontrou seu time. A nova seleção busca o ataque a todo tempo e entendeu o que o icônico treinador que inspirou Pep Guardiola quer. 

São 10 vitórias e 33 gols marcados em 14 jogos até aqui. O Uruguai venceu o próprio Brasil e a Argentina nas Eliminatórias. 

Com 100% de aproveitamento e o melhor ataque da Copa América, o Uruguai pode ser considerado favorito contra o Brasil, que passou em segundo do seu grupo, atrás da Colômbia. O técnico Dorival Júnior, com apenas seis meses de trabalho, ainda tenta encontrar soluções, enquanto a Celeste está um passo à frente.

Como joga o Uruguai?

O time de Bielsa atua no 4-3-3, com preferência por jogadores técnicos e a busca pela posse de bola. Continua após a publicidade

A Celeste tem Rochet no gol. Na zaga, Ronald Araújo (Barcelona) e o lateral-esquerdo improvisado Mathías Olivera (Napoli). Na direita, o meio-campista de origem Nández (Al-Qadsiah), enquanto Viña, do Flamengo, ocupa a faixa esquerda. 

O meio-campo tem o grande destaque da seleção: Valverde (Real Madrid). O trio ainda tem Ugarte (PSG) e De La Cruz (Flamengo). 

No ataque, Pellistri (Manchester United) e Maximiliano Aráujo (Toluca) são os pontas. Como centroavante, Darwin Núñez (Liverpool). Ele divide opiniões na Inglaterra, mas no Uruguai tem sido um grande artilheiro. Ele marcou em sete jogos consecutivos até a partida contra os Estados Unidos.

Luis Suárez, aos 37 anos, é reserva. Perto da aposentadoria, o atacante do Inter Miami curte seus últimos momentos com participação maior fora do que dentro de campo. Bielsa classifica o ídolo como fundamental para essa reconstrução uruguaia. O Brasil que se cuide.

Informações UOL


Técnico Dorival Júnior comandou nesta quinta-feira (4) a atividade no Bettye Wilson Soccer Complex

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

A seleção brasileira treinou nesta quinta-feira (6) em Las Vegas. A atividade foi realizada no Bettye Wilson Soccer Complex. Por causa do forte calor, o treino começou às 19h (horário local). Os termômetros registraram 44 °C na cidade.

No sábado (6), o Brasil enfrenta o Uruguai em busca de uma vaga na semifinal da Copa América. O jogo será transmitido pelo Grupo Globo a partir das 22h (horário de Brasília).

Na terça-feira (4), o time empatou com a Colômbia por 1 a 1, em Santa Clara, na Califórnia, no final da fase de grupos. No dia seguinte, a delegação embarcou para Las Vegas.

Apesar das altas temperaturas na cidade, o jogo será disputado no Allegiant Stadium, uma das arenas mais modernas do mundo. Com capacidade para 65 mil torcedores, o estádio é coberto e conta com um moderno sistema de climatização.

O Brasil já jogou lá na primeira fase. Na ocasião, o time venceu o Paraguai por 4 a 1, no segundo confronto da primeira fase da competição continental.

Informações Bahia.ba