Escolher uma carreira não termina no vestibular, ao vivenciar situações relacionadas à profissão durante a graduação, estudantes ampliam o repertório e podem tomar decisões mais conscientes sobre o futuro profissional.

Foto: divulgação
Escolher uma profissão no início da vida adulta não significa conhecer, de fato, como será a rotina daquela carreira. Parte dessas respostas surgem durante a graduação, quando o estudante passa a vivenciar atividades, desafios e possibilidades da área escolhida. Estágios, laboratórios, clínicas-escola e projetos acadêmicos aproximam esse cotidiano da formação e permitem que o conhecimento adquirido em sala de aula seja aplicado em diferentes situações.
Nesse processo, o estudante também consegue identificar seus interesses, reconhecer habilidades e compreender melhor os caminhos que pode seguir depois de formado. Experiências que ajudam a construir a carreira Foi durante a graduação em Publicidade e Propaganda na UNEF que Ana Clara começou a conhecer de perto a rotina da profissão.
Estagiou em empresas do Grupo Nobre e, após o período de estágio, foi efetivada em uma das empresas, onde passou a atuar na área em que se formou. A experiência permitiu que ela lidasse com demandas e públicos diferentes daqueles que conhecia apenas no ambiente acadêmico. “O estágio me ajudou a entender de perto como funciona a rotina de quem trabalha com Publicidade, eu pude colocar em prática o que aprendi na graduação, lidar com demandas reais, entender melhor os públicos e desenvolver habilidades que hoje fazem parte do meu trabalho. Ter essa experiência ainda durante a faculdade fez diferença para eu chegar ao mercado mais preparada e confiante”, relata.
Na UNEF, a aproximação com a profissão faz parte da formação desde os primeiros semestres. Os estudantes têm acesso a laboratórios, clínicas e projetos relacionados às diferentes áreas dos cursos, além de oportunidades de estágio em empresas do Grupo Nobre. Quando a teoria ganha sentido na prática Para Suzane Casas, pró-reitora Acadêmica Adjunta da UNEF, a experiência prática amplia a compreensão sobre o conteúdo aprendido em sala de aula e mostra ao estudante como o conhecimento pode ser utilizado na profissão. “A teoria é o instrumental indispensável para resolver problemas concretos da profissão, quando o estudante é colocado diante de situações próximas da realidade profissional, ele entende não apenas o conceito, mas também como aplicá-lo diante de regras, prazos e desafios. Essa vivência antecipa parte da rotina do trabalho e desenvolve autonomia desde o início da formação”, explica.
Esse contato também contribui para o desenvolvimento de competências que vão além do domínio técnico. Ao participar de projetos aplicados, o estudante precisa lidar com problemas, trabalhar em equipe, comunicar ideias e tomar decisões. “Quando participa de projetos aplicados ao longo da graduação, o estudante deixa de ser espectador e assume o protagonismo da própria trajetória. Essas experiências ajudam a desenvolver competências como resolução de problemas, visão sistêmica, comunicação e trabalho colaborativo, viver esse processo ao longo do curso contribui para formar profissionais com mais maturidade e segurança para tomar decisões”, afirma Suzane. A vivência prática pode ainda ajudar o estudante a confirmar sua escolha profissional ou descobrir novas possibilidades dentro da área. Antes mesmo de receber o diploma, ele começa a compreender melhor o cotidiano da profissão, seus desafios e as habilidades necessárias para construir sua trajetória.
Com informações da assessoria de Comunicação.
