Cena de Sideral, que aparece entre pré-indicados em curtas-metragens no Oscar Imagem: Reprodução/YouTube
A lista divulgada hoje pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou os filmes e curtas-metragens pré-selecionados ao Oscar 2023.
São dois representantes do Brasil: o curta-metragem de ficção “Sideral”, de Carlos Segundo, e a coprodução brasileira “O Território”, parceria com Estados Unidos e Dinamarca, entre os documentários.
O filme brasileiro “Marte Um” está fora da disputa de “Melhor Filme Internacional”. A obra de Gabriel Martins não apareceu entre as obras divulgadas hoje. Os indicados serão anunciados oficialmente em 24 de janeiro, e a premiação está marcada para 12 de março. Confira a lista completa:
Melhor filme estrangeiro:
Argentina, 1985 (Argentina)
Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades (México)
Cairo Conspiracy (Suécia)
Close (Bélgica)
Corsage (Áustria)
Decisão de Partir (Coreia do Sul)
Eo (Polônia)
Holy Spider (Dinamarca)
Joyland (Paquistão)
Last Film Show (Índia)
Nada de Novo no Front (Alemanha)
O Caftan Azul (Marrocos)
Return to Seoul (Camboja)
Saint Omer (França)
The Quiet Girl (Irlanda)
Melhor documentário
All That Breathes
All the Beauty and the Bloodshed
Bad Axe
Children of the Mist
Descendant
Fire of Love
Hallelujah: Leonard Cohen, a Journey, a Song
Hidden Letters
A House Made of Splinters
The Janes
Last Flight Home
Moonage Daydream
Navalny
Retrograde
O Território
Melhor maquiagem
All Quiet on the Western Front
Amsterdam
Babylon
The Batman
Black Panther: Wakanda Forever
Blonde
Crimes of the Future
Elvis
Emancipation
The Whale
Melhor trilha sonora original
All Quiet on the Western Front
Avatar: The Way of Water
Babylon
The Banshees of Inisherin
Black Panther: Wakanda Forever
Devotion
Don’t Worry Darling
Everything Everywhere All at Once
The Fabelmans
Glass Onion: A Knives Out Mystery
Guillermo del Toro’s Pinocchio
Nope
She Said
The Woman King
Women Talking
Melhor canção original
“Time” – Amsterdam
“Nothing Is Lost (You Give Me Strength)” – Avatar: The Way of Water
“Lift Me Up” – Black Panther: Wakanda Forever
“This Is A Life” – Everything Everywhere All at Once
“Ciao Papa” – Pinocchio de Guillermo del Toro
“Til You’re Home” – A Man Called Otto
“Naatu Naatu” – RRR
“My Mind & Me” – Selena Gomez: My Mind & Me
“Good Afternoon” – Spirited
“Applause” – Tell It like a Woman
“Stand Up” – Till
“Hold My Hand” – Top Gun: Maverick
“Dust & Ash” – The Voice of Dust and Ash
“Carolina” – Where the Crawdads Sing
“New Body Rhumba” – White Noise
Melhor curta documentário
American Justice on Trial: People v. Newton
Anastasia
Angola Do You Hear Us? Voices from a Plantation Prison
As Far as They Can Run
The Elephant Whisperers
The Flagmakers
Happiness Is £4 Million
Haulout
Holding Moses
How Do You Measure a Year?
The Martha Mitchell Effect
Nuisance Bear
Shut Up and Paint
Stranger at the Gate
38 at the Garden
Melhor curta animado
Black Slide
The Boy, the Mole, the Fox and the Horse
The Debutante
The Flying Sailor
The Garbage Man
Ice Merchants
It’s Nice in Here
More than I Want to Remember
My Year of Dicks
New Moon
An Ostrich Told Me the World Is Fake and I Think I Believe It
Jack (Leonardo DiCaprio) e Rose (Kate Winslet) existiram? Imagem: Reprodução
Uma das maiores bilheterias da história do cinema, Titanic (1997) completa 25 anos hoje (19).
A história faz referência ao naufrágio do navio RMS Titanic, que colidiu com um iceberg a cerca de 563 quilômetros da costa sudoeste de Terra Nova, no Canadá, durante sua viagem inaugural, em 1912.
Boa parte da história não aconteceu da forma como é retratada no filme de James Cameron —e até os protagonistas, Jack e Rose, interpretados por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, são fictícios.
Mas, ainda assim, alguns dos personagens secundários e outras partes da trama foram inspiradas no caso real.
A “inafundável Molly”
Imagem: Reprodução
A personagem faz referência à socialite Margareth Brown, também conhecida como Molly Brown –uma das poucas sobreviventes do naufrágio– e não era muito conhecida antes do filme ser lançado.
Ela foi uma figura marcante por ajudar a resgatar outros passageiros com seu bote salva-vidas. Também contribuiu arrecadando doações para outros sobreviventes da tragédia.
O herói que se tornou vilão
Imagem: Reprodução
No filme, William Murdoch atira em dois passageiros que tentavam embarcar nos últimos botes salva-vidas e depois atira em sua própria cabeça.
Na vida real, Murdoch foi um herói –ele lançou dez botes salva-vidas para ajudar no desembarque dos passageiros antes de morrer afogado.
A família do oficial não gostou do fato de Murdoch ter sido retratado como vilão nos cinemas. Eles exigiram um pedido de desculpas de Cameron e da produtora do filme, 20th Century Fox.
Scott Neeson, vice-presidente da produtora na época, respondeu que “o oficial era um herói decente, responsável e muito humano e deve permanecer uma fonte de orgulho para Dalbeattie, e nas memórias de todos os que sabem de sua vida”.
Covardia ou sorte?
Imagem: Reprodução
J. Bruce Ismay, no filme interpretado por Jonathan Hyde, era presidente da White Star Line, empresa de navegação que estava por trás do Titanic.
Ele sobreviveu ao naufrágio, mas teve uma vida conturbada após o acidente.
O filme retrata como ele era visto pela imprensa: um homem ambicioso e covarde, que tomou lugar num bote-salva vidas cortando a fila de mulheres e crianças.
Apesar da má fama, uma investigação oficial confirmou que, antes de se salvar, ele ajudou muitos passageiros e ocupou um lugar vazio no último barco.
O casal de idosos
Imagem: Reprodução
O casal de idosos interpretado por Elsa Raven e Lew Palter retrata Ida e Isidor Strauss, que morreram na tragédia. Quando ela descobriu que o marido não poderia embarcar no bote salva-vidas, se recusou a deixá-lo para trás. Os dois ficaram juntos até o momento final de suas vidas.
Outros personagens da trama também representam pessoas reais:
O telégrafo Jack Phillips, interpretado por Gregory Cooke.
O capitão Edward Smith, interpretado por Bernard Hill.
O engenheiro Joseph Bell, interpretado por Terry Forrestal.
O empresário bilionário John Jacob Astor, interpretado por Eric Braeden.
A última música
Imagem: Reprodução
É verdade que a banda continuou tocando para manter os passageiros calmos enquanto o navio afundava.
De acordo com alguns sobreviventes, a última música tocada foi mesmo “Nearer, My God, to Thee”, escrita por John Dykes, em 1861.
Entretanto, outras testemunhas dizem que a banda tocava músicas alegres.
Também existem relatos de passageiros que ouviram músicas como “Alexander’s Ragtime Band” e “In the Shadows”.
O telegrafista Harold Bride contou ao The New York Times que ouviu a música “Autumn” antes do navio afundar.
Nenhum dos músicos sobreviveu.
Afinal, de onde surgiram Rose e Jack?
A trágica história de amor entre os protagonistas não aconteceu de verdade.
Segundo Cameron, a inspiração por trás de Rose foi a atriz Beatrice Wood.
O cineasta estava lendo uma autobiografia da artista quando percebeu que ela era uma descrição perfeita da personagem que estava desenvolvendo para o filme.
Algumas das semelhanças entre as duas são o amor pela arte e as famílias ricas.
Entretanto, Wood não teve relação alguma com o Titanic.
Já para a criação de Jack, não houve nenhuma inspiração exata, embora seu nome seja muito parecido com o de um tripulante do navio, que assinava como “J. Dawson”.
Seu nome, na verdade, era Joseph. Apesar da coincidência, Cameron não sabia da existência do homem até a finalização do roteiro.
Quanto mais distante se mantém de tudo quanto rescende a maldade, a distorção do imoral em regra, a ódio, primeiro apenas no discurso, mas que logo redunda para a militância e daí para a prática, mais próximo fica o homem de si mesmo — o que definitivamente não é garantia de que vá tornar-se bom. As luzes e sombras, reentrâncias e saliências, subidas e declives, toda a ambivalência que pode haver no espírito de cada um livra-nos da perdição, mas nos infunde situações em que o cerco se fecha a ponto de assaltar-nos a sensação de que vivemos num universo paralelo, lugar mágico e maldito onde crimes nunca acontecem, mas não somos os donos da nossa própria história. Somos então forçados a criar novos jeitos de nos relacionar com o mundo, que por seu turno muda a todo instante, avança e retrocede sem que possamos fazer nada a respeito a não ser tentar uma adaptação qualquer, ou nutrir expectativas menos fantasiosas sobre a vida e seus mistérios, processo que não raro degringola em obsessão, paranoia, frustrações, melancolia, tristeza.
O desajuste fundamental do homem para com o mundo, o existir, os outros homens vêm como um lembrete de que mecanismos de repressão nunca poderão ser dispensados da rotina do cidadão comum, que pensa ser capaz de se livrar dos impedimentos a sua felicidade subvertendo o quanto possível a dureza do real, o que, evidentemente, não consegue. Se o homem comum se dá conta de que não lhe compete se empenhar em mudanças tão profundas, indivíduos psiquicamente descompensados têm certeza de que a vida é o que eles querem, e esse é o limite entre o caos e o inferno. O finlandês Juuso Syrjä oferece novas perspectivas a uma das séries mais inovadoras dos últimos anos, deslindando um pouco mais a atmosfera noir que a envolve, ao passo que redobra a atenção para seu personagem central. “Bordertown: A Eliminação” desvenda alguns dos segredos da trama de Miikko Oikkonen, mas tem o cuidado de guardar o melhor para o final, deixando margem para que se avente a possibilidade de novos enredos conduzidos por um detetive bastante peculiar.
O roteiro de Oikkonen e Antti Pesonen dificulta um pouco mais a vida de Kari Sorjonen, o investigador da série homônima, que se depara com um cenário de indizível horror. Ville Virtanen continua dando a esse homem o ar de um profissionalismo quase cínico, que se confunde mesmo com um desdém pelo resto da humanidade, até que se convence de que se não sair de seu isolamento físico — que, claro, se reflete em sua visão de mundo e, pior, atrapalha a melhor execução de seu ofício — está condenado a nunca superar os erros de um passado recente. Janina, a filha interpretada por Olivia Ainali, virou uma mulher independente e que banca suas próprias vontades, agora dedicada à carreira acadêmica; Lena Jaakkola, de Anu Sinisalo, se lhe parece ainda mais hostil e Katia, a filha de Lena vivida por Lenita Susi, tem de se esconder da mãe depois de uma atitude inconsequente. Sua vida só não é uma total perda de tempo e energia porque se ocupa de um assassino em série que usa o sangue de suas vítimas para pintar muros, e dessa vez Lasse Maasalo, seu arqui-inimigo, papel de Sampo Sarkola, aparentemente não tem nenhuma relação com a carnificina, uma vez que segue preso. Aparentemente.
Syrjä é hábil em fechar e abrir dramáticos ao sabor das necessidades da história, dispondo da maturidade artística de Virtanen, que vai emprestando a seu protagonista a dose precisa de cada uma das diversas emoções que o tornam um personagem tão pouco óbvio. A dobradinha entre o diretor e sua estrela faz de “Bordertown: A Eliminação” um thriller inteligente, mas nada pretensioso, que permite que a audiência também jogue e tire suas próprias conclusões.
Em 2013, ator estreou como o super-herói em O Homem de Aço
O cineasta James Gunn, presidente do estúdio da DC, anunciou que está escrevendo o próximo filme do Superman. A nova super-produção, no entanto, não contará com o ator Henry Cavill, intérprete do super-herói desde 2013. Na quinta-feira 15, Cavill usou as redes sociais para confirmar a informação divulgada por Gunn.
“Acabei de me encontrar com James Gunn e Peter Safran e trago notícias tristes”, escreveu o ator em seu perfil oficial no Instagram. “Não voltarei como Superman. Minha vez de usar a capa já passou, mas o que o personagem representa nunca passará.”
Recentemente Cavill havia dito que poderia ter alguma participação especial no filme Adão Negro, da Warner Bros. “A troca da guarda é algo que acontece. Eu respeito isso”, acrescentou o artista. “James e Peter têm um universo para construir. Desejo a eles e a todos os envolvidos com o novo universo boa sorte e a mais feliz das fortunas.”
Em 2013, Cavill estreou como o super-herói em O Homem de Aço. O longa-metragem arrecadou mais de US$ 600 milhões (pouco mais de R$ 3 bilhões) nas bilheterias mundiais. Depois, o ator retornou ao cinema participando de Batman v. Superman: A Origem da Justiça (2016) e Liga da Justiça (2017). Juntos, os três somam mais de US$ 2 bilhões (mais de R$ 10,5 bilhões) arrecadados.
Muito menos racional do que aquele que orienta sua vida pelos tantos expedientes que só podem degringolar em insânia e maldade é quem espera algum resquício de sensatez em gente que entende a vida como um jogo sem regras, no qual tudo pode ser feito para chegar ao topo. Nascemos todos inexoravelmente mergulhados em questões muito nossas, cujo sentido revela-se apenas para nós mesmos — e não sem antes nos torturar pelo tempo necessário para que nos presenteie a vida com o estalo quase mágico do discernimento, atalho que, de quando em quando, o espírito toma à cata da razão —, mantidas como um raro tesouro a distância dos olhares morbidamente curiosos de quem nos odeia e da perplexidade muda e inconformada das pessoas que nos querem bem. Incertezas, dúvidas, questionamentos, dilemas, as encruzilhadas morais de todas as noites insones, eis os fantasmas mais aterrorizadores, porque mais perseverantes, a amaldiçoar a caminhada da humanidade, obsessa desde o princípio dos tempos pelos impasses que jamais a vão abandonar, por mais que se oponha.
A vida em sociedade se nos apresenta como um desafio a ser vencido todos os dias, porque, além de todo dia ter seus próprios obstáculos e as alegrias raras que valem por toda a angústia de existir, socorre-nos esse poder, o poder de simplesmente passar por cima de quem preferiria que não estivéssemos aqui. Depois de uma longa carreira diante das câmeras em filmes não exatamente densos, Jordan Peele se resolveu a dar vida às histórias que merecem ser contadas, e já não era sem tempo. Confrontando um dos temas mais urgentes do nosso tempo, “Corra!” (2017) tem o condão de arrastar o espectador para o centro de uma narrativa perturbadoramente sedutora, mas também exigente, que demanda dele atenção e sensibilidade em igual medida. Peele sabe muito bem do que está falando: o recrudescimento do pensamento racialista após uma brevíssima trégua, abordada em seu roteiro algumas vezes, vem a lume sob a forma mais delirantemente agressiva, momento em que o diretor-roteirista aproveita para ir mais fundo na discussão que torna seu trabalho tão relevante.
Centro das atenções no Festival de Cinema de Sundance de 2017 — onde estreou numa sessão exclusiva para convidados —, “Corra!” desde o princípio deixa muito claro que Peele não tem a intenção de aliviar nada. O possível romantismo de um casal que faz sua primeira viagem depois de cinco meses de namoro, a casa dos pais da garota, transforma-se logo numa fonte inesgotável de aborrecimento e paranoia, e o motivo está na cara. Pouco antes, ao longo da primeiríssima sequência, o personagem encarnado por Keith Stanfield anda tranquilo por uma rua de casas portentosas, até perceber que é seguido de muito perto por alguém num carro. Se havia uma hesitação quiçá justificada quando ao que o diretor quer dizer, essa bruma inicial de mistério se dissipa quando a ação corta para Chris e Rose, os protagonistas muito bem assumidos por Daniel Kaluuya e Allisson Williams, fazendo as malas para o tal passeio. Depois de uma conversa breve, fundada num possível estranhamento dos pais de Rose quanto ao fato de Chris ser negro, eles pegam a estrada.
O receio meio psicótico de Chris, como o de um animal indefeso que sente o cheiro do próprio sangue, se intensifica, numa escalada gradual e constante de diálogos que explicitam a animosidade entre os convivas, também ressaltada, colateralmente, pela fotografia de Toby Oliver em tons pesados como azul petróleo e verde musgo. O que acontece no terceiro ato, com referências a hipnose, lobotomia e transplante de cérebro — além de uma menção a Jeffrey Dahmer, o assassino em série que se notabilizou por seduzir, matar e canibalizar rapazes pretos, na boca de Rod, com o ótimo respiro cômico de LilRel Howery —, faz questão de lembrar que “Corra!” é um filme sério. E que Jordan Peele continua avesso a brincadeiras.
O furacão Netflix passou neste final de ano deixando um monte de produção de qualidade na sua televisão. E se você não sabe quais dos lançamentos são os maiores, melhores, arrasadores e que estão fazendo mais sucesso, confira essa lista que a Revista Bula trouxe para você. Aproveite os momentos de folga para fazer algo proveitoso e divertido com seu tempo. Essas produções estão sendo bastante elogiadas pela crítica e são cotadas para entrar na disputa do Oscar de 2023. Destaques para “Nada de Novo no Front”, de 2022, de Edward Berger; “O Desconhecido”, de 2022, de Thomas M. Wright; e “O Enfermeiro da Noite”, de 2022, de Tobias Lindholm. Os títulos disponíveis na Netflix estão organizados de acordo com a ordem alfabética e não seguem critérios classificatórios.
Nada de Novo no Front (2022), Edward Berger
Paul Baumer e seus amigos Albert e Muller se alistam voluntariamente no exército alemão, durante a Primeira Guerra Mundial, por causa do fervor patriótico. Logo a euforia inicial se dissipa quando a realidade do front se transforma em desespero. Enquanto o mundo aguarda por um armistício, Paul deve continuar lutando até o fim para satisfazer o objetivo alemão de uma ofensiva final.
O Desconhecido (2022), Thomas M. Wright
Paul e Henry são dois estranhos que se tornam amigos durante uma viagem de ônibus. O motivo pelo qual os dois estão fugindo é desconhecido, dando a entender que são criminosos foragidos. Paul diz a Henry que um homem com quem ele trabalha, chamado Mark, está em busca de alguém confiável para executar uma tarefa. Embora negue que quer qualquer trabalho de origem ilegal, Henry se encontra no dia seguinte com Mark, que promete apagar seus antecedentes criminais em troca de alguns serviços.
O Enfermeiro da Noite (2022), Tobias Lindholm
Amy é uma enfermeira e mãe solo de bom coração, mas a rotina de turnos noturnos na UTI é tão puxada que ela já chegou no seu limite. Além disso, ela sofre de uma doença cardíaca grave. A chegada de Charlie, um novo enfermeiro, parece amenizar um pouco desse cotidiano tão difícil. Os dois se tornam amigos, dando esperança a Amy. No entanto, pacientes começam a morrer em circunstâncias suspeitas e Charlie parece ser o principal suspeito. Para descobrir a verdade, Amy irá arriscar a própria vida.
O Último Navio Negreiro (2022), Margaret Brown
A documentarista Margaret Brown retorna à sua cidade natal no Alabama para documentar a busca e a descoberta histórica do “The Clotilda”, considerado o último navio que chegou aos Estados Unidos trazendo ilegalmente africanos escravizados. Após um século de sigilo e especulações, a descoberta da embarcação em 2019 direciona o nosso olhar não apenas para os descendentes que vivem na comunidade de Africatown, apresentando um retrato emocionante de uma comunidade que luta ativamente para preservar o legado de seus antepassados, mas também nos convida a refletir o que é a justiça nos dias de hoje.
Wendell & Wild (2022), Henry Selick
Kat é uma adolescente que perdeu os pais muito nova em um trágico acidente. Sua dor e vergonha pelas circunstâncias da morte contribuem para que tenha uma vida conturbada, o que a faz ser enviada para uma escola feminina sombria para ser “reformada”. Mas lá ela acaba invocando dois demônios que querem curtir a vida entre os humanos. Em troca pelo seu favor, ela exige uma recompensa que os levará a uma aventura desastrosa e cômica.
Empresa registrou um aumento de dois milhões de assinaturas no terceiro trimestre
A Netflix liberou nesta quinta-feira, 3, um novo plano de assinaturas, com anúncios, que custa R$ 18,90 por mês. Os anúncios podem ser inseridos antes e durante a exibição de filmes e séries. Em média, cada publicidade deve durar entre 15 e 30 segundos por hora de exibição.
Contudo, para essa modalidade, o catálogo de conteúdos será menor. De acordo com Greg Peters, diretor da Netflix, estima-se uma redução entre 5% e 10% dos filmes e séries da plataforma de streaming. Aqueles que optarem por esse pacote também não podem fazer o download das produções — recurso disponível nas assinaturas convencionais.
Apenas em 12 países o recurso está disponível. O plano chegou primeiro para o México e Canadá, na terça-feira 1°. A partir de hoje, os usuários da Alemanha, Austrália, Brasil, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido também podem te acesso. Na Espanha, o serviço chega na próxima quinta-feira 10.
A empresa registrou um aumento de pouco mais de dois milhões de assinaturas no terceiro trimestre. A empresa classificou como uma boa notícia, já que a Netflix teve uma queda de assinantes entre abril e junho. Trata-se de um aumento de novos clientes na Ásia-Pacífico.
Além da Netflix, a Walt Disney também anunciou, em agosto deste ano, pacotes com publicidade para os serviços de streaming Disney+, Hulu e ESPN+. Os planos devem estar disponíveis a partir de 8 de dezembro, mas de início será somente nos EUA.
O ano está movimentadíssimo e, faltando apenas dois meses para o fim, ainda promete muitos acontecimentos. Logo começam os jogos da Copa do Mundo e todos os brigados e magoados pelas eleições se unirão novamente vestidos com as cores verde e a amarela diante dos telões para torcer muito. O Natal fica de stand by e as luzinhas vão ter que chegar mais tarde em 2022, dando espaço para as cores da bandeira brilharem e as comemorações em torno do esporte mais amado do planeta acontecerem. No meio de tudo isso, entre o trabalho, as reconciliações, os jogos e os presentes do Papai Noel, a gente não deixa de curtir muito a Netflix. Aqui estão algumas das melhores estreias do mês de novembro. Destaques para “Enola Holmes 2”, de 2022, de Harry Bradbeer; “Meu Nome é Vingança”, de 2022, de Cosimo Gomez; e “O Milagre”, de 2022, de Sebastián Lelio. Os títulos disponíveis na Netflix estão organizadas de acordo com a ordem alfabética e não seguem critérios classificatórios.
Enola Holmes 2 (2022), Harry Bradbeer
Enola Holmes ainda está sentindo o gostinho de ter solucionado seu primeiro caso e, decidida a seguir os passos do irmão famoso Sherlock, ela começa a trabalhar como detetive. O problema é que a carreira não anda lá muito movimentada. Resignada às dificuldades da vida adulta, ela está prestes a largar tudo… até que uma garota sem um tostão aparece com um pedido que promete ser o primeiro caso oficial de Enola: encontrar a irmã desaparecida. Conforme a situação se mostra cada vez mais desafiadora, Enola mergulha em um mundo novo e perigoso repleto de fábricas cinzentas e ambientes coloridos de Londres até o famoso endereço da Baker Street. De cara com uma conspiração mortal, ela precisará da ajuda de aliados e do próprio Sherlock para resolver o mistério.
Meu Nome é Vingança (2022), Cosimo Gomez
Sofia é uma adolescente aparentemente comum, que tem sua vida virada de cabeça para baixo quando posta uma foto do pai nas redes sociais. Sem saber do passado dele na máfia, Sofia jamais imaginaria que a publicação despertaria uma história de violência e atrairia criminosos para sua casa, que acabam matando sua mãe e tio. A tragédia dá início a um acerto de contas que estava adormecido há 20 anos.
O Milagre (2022), Sebastián Lelio
Após 13 anos da Grande Fome na Irlanda, a enfermeira Lib Wright é chamada até uma pequena comunidade religiosa para examinar uma menina de 11 anos, Anna O; Donnell, que alega estar sem comer faz quatro meses, sobrevivendo de um “maná dos céus”. Conforme a saúde da garota vai se deteriorando, Lib precisa compreender o que está acontecendo com ela, mesmo que tenha que desafiar a fé da comunidade.
Racionais: Das Ruas de São Paulo pro Mundo (2022), Juliana Vicente
O documentário narra a história do grupo lendário de rap formado por Ice Blue, Edi Rock e Mano Brown em seus 30 anos de carreira. Além de abordar as crises, o auge, a produção traz entrevistas exclusivas e cenas ainda desconhecidas do público. O filme também destaca a importância do Largo São Bento como local de efervescência da cultura hip-hop em São Paulo.
Uma Quedinha de Natal (2022), Janeen Damian
Dias antes do Natal, uma jovem ricaça que está noiva sofre um acidente de esqui. Após receber o socorro, ela sofre de amnésia e passa a receber os cuidados do charmoso dono da pousada em que está hospedada e sua filha.
O final do ano se aproxima e, como é costume, a Netflix começa a soltar grandes produções com ambição de chegar nas maiores premiações do cinema. Neste mês de outubro várias novidades de alta qualidade chegaram ao catálogo do streaming. Se você ainda não assistiu aos últimos lançamentos, acompanhe essa lista especial que a Revista Bula fez para você. Destaques para “Jaula”, de 2022, de Ignacio Tatay; “Nada de Novo no Front”, de 2022, de Edward Berger; e “O Desconhecido”, de 2022, de Thomas M. Wright. Os títulos disponíveis na Netflix estão organizados de acordo com a ordem alfabética e não seguem critérios classificatórios.
Jaula (2022), Ignacio Tatay
Paula e Simón é um casal em crise, que encontra uma garota vagando em péssimas condições na rua enquanto voltam de um jantar. Ao saber que seus responsáveis não a reivindicaram, eles decidem levá-la para casa temporariamente. A menina acredita que precisa ficar dentro de um quadrado pintado de giz no chão da casa ou algo terrível irá acontecer. Paula tenta descobrir o enigmático passado sombrio da garota, enquanto se aproxima emocionalmente dela e tenta realizar o sonho de ser mãe.
Nada de Novo no Front (2022), Edward Berger
Paul Baumer e seus amigos Albert e Muller se alistam voluntariamente no exército alemão, durante a Primeira Guerra Mundial, por causa do fervor patriótico. Logo a euforia inicial se dissipa quando a realidade do front se transforma em desespero. Enquanto o mundo aguarda por um armistício, Paul deve continuar lutando até o fim para satisfazer o objetivo alemão de uma ofensiva final.
O Desconhecido (2022), Thomas M. Wright
Paul e Henry são dois estranhos que se tornam amigos durante uma viagem de ônibus. O motivo pelo qual os dois estão fugindo é desconhecido, dando a entender que são criminosos foragidos. Paul diz a Henry que um homem com quem ele trabalha, chamado Mark, está em busca de alguém confiável para executar uma tarefa. Embora negue que quer qualquer trabalho de origem ilegal, Henry se encontra no dia seguinte com Mark, que promete apagar seus antecedentes criminais em troca de alguns serviços.
O Enfermeiro da Noite (2022), Tobias Lindholm
Amy é uma enfermeira e mãe solo de bom coração, mas a rotina de turnos noturnos na UTI é tão puxada que ela já chegou no seu limite. Além disso, ela sofre de uma doença cardíaca grave. A chegada de Charlie, um novo enfermeiro, parece amenizar um pouco desse cotidiano tão difícil. Os dois se tornam amigos, dando esperança a Amy. No entanto, pacientes começam a morrer em circunstâncias suspeitas e Charlie parece ser o principal suspeito. Para descobrir a verdade, Amy irá arriscar a própria vida.
Roubando Mussolini (2022), Renato de Maria
Isola é um filho de ex-mártir da resistência, que foi criado para acreditar que ladrões são melhores que heróis, pois sobrevivem ao jogo. Ele é empresário em um negócio ilegal de armas e descobre que um valioso tesouro de Mussolini está sendo transferido para a Suíça. Então, ele arma um plano e convoca alguns bandidos desajustados para roubar a fortuna e dar um golpe no ditador italiano.
Quatro Gerações (2022), Berkun Oya
Bekir é um pai ortodoxo e abusivo com seus filhos Saliha, Kadir e Yusuf. Anos após um evento traumático na família, os irmãos decidem visitar a casa de sua infância. Emoções que haviam sido enterradas e memórias dolorosas começam a ressurgir quando um deles tenta fazer um filme sobre a história de sua vida.
Pode confessar, uma das maiores preguiças de assistir um filme no streaming é procurar. Sim, e encontrar é a parte difícil. Não é que não tenha muita coisa boa. Tem, sim! Mas é difícil unir aquilo que o algoritmo te indica, com o que você gosta e com o que seu humor está querendo naquele momento. Então, é muito fácil você ficar estagnado, com a mente bugada e sem saber em que dar o play. Mas, não se preocupe. Essa lista de hoje veio para te dar uma forcinha e ajudar a encontrar coisas novas e que estão bombando na Netflix. Destaques para “A Escola do Bem e do Mal”, de 2022, de Paul Feig; “O Desconhecido”, de 2022, de Thomas M. Wright; e “Cores da Justiça”, de 2019, de Deon Taylor. Os títulos disponíveis na Netflix estão organizados de acordo com o ano de lançamento e não seguem critérios classificatórios.
A Escola do Bem e do Mal (2022), Paul Feig
Sophie e Agatha são melhores amigas e excluídas na vila de Gavaldon. Sophie sonha em se tornar princesa, enquanto Agatha é acusada de praticar bruxaria. Sophie sonha em fugir de Gavaldon e Agatha se recusa a deixá-la ir sozinha. Então elas vão juntas para um lugar mágico, onde os bons e maus personagens de contos de fadas e lendas aprendem seus ofícios.
O Desconhecido (2022), Thomas M. Wright
Paul e Henry são dois estranhos que se tornam amigos durante uma viagem de ônibus. O motivo pelo qual os dois estão fugindo é desconhecido, dando a entender que são criminosos foragidos. Paul diz a Henry que um homem com quem ele trabalha, chamado Mark, está em busca de alguém confiável para executar uma tarefa. Embora negue que quer qualquer trabalho de origem ilegal, Henry se encontra no dia seguinte com Mark, que promete apagar seus antecedentes criminais em troca de alguns serviços.
Uma Garota de Muita Sorte (2022), Mike Barker
Ani FaNelli é uma mulher de língua afiada e bem-sucedida. Ela tem um cargo cobiçado em uma revista, um guarda-roupa incrível e está prestes a se casar com o homem de sua vida. Um dia, ela é convidada para participar de um documentário policial sobre um acidente chocante que aconteceu na sua adolescência e acaba tendo que enfrentar uma verdade que ameaça acabar com sua vida perfeita.
Cores da Justiça (2019), Deon Taylor
Alicia West luta com sua identidade como policial afro-americana em um bairro predominantemente negro que não confia na polícia. As coisas se complicam quando a câmera de seu uniforme registra o assassinato de um traficante de drogas por policiais corruptos. Com a maior parte dos colegas de profissão e criminosos contra ela por causa das filmagens, Alicia terá de se esconder e fazer o upload das imagens antes dos arquivos serem apagados.
Harriet (2019), Kasi Lemmons
Em uma plantação de Maryland, Minty Ross vive com seu marido John Tubman e sua família. John e o pai dela, Ben, são homens livres e imploram ao mestre Brodess que ele liberte sua família, que ainda é escrava, mas o fazendeiro hesita. Minty, que faz feitiços e acredita em visões espirituais, pede a Deus para derrotar seu escravizador. Brodess morre e seu filho, Gideon, decide vendê-la. Minty escapa para a Filadélfia, deixando John para trás. Lá ela muda seu nome para Harriet Tubman e treina com abolicionistas para resgatar sua família. Enquanto isso, Gideon contrata um mercenários para rastrear e capturar quem está ajudando os escravos a escapar.
Ofélia (2018), Claire McCarthy
Um filme que reimagina “Hamlet” do ponto de vista de Ofélia, uma garota comum, cuja inteligência e coragem encantam a rainha Gertrude, da Dinamarca. Como dama de companhia favorita da rainha, Ofélia guarda os segredos guardados dentro das muralhas do Castelo de Elsinore, incluindo o próprio relacionamento proibido com o príncipe Hamlet. Quando o reino passa por uma mudança repentina de liderança, Ofélia percebe que pode ter que escolher entre o amor verdadeiro e a própria vida.